Forbidden Love

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Dec 26, 2018
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BTS
Em 1483, encontrar um amor era uma esperança árduosa. Sob um fio de imposições pelo pai, _____ era impedida de infringir as regras do Estado ou levaria consequências drásticas. Como uma princesa valente, cavalgando pela vasta floresta, _____ avista um formoso rapaz recolhendo água perto de um riacho transluzente. Retirou-se do cavalo e escondeu-se atrás de uma densa árvore vislumbrando o jovem. Um olhar curioso preservava em sua íris, um olhar que futuramente se tornará em uma paixão proibida.
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#67
antiguidade
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Na Coreia imperial, onde o trono impera com autoridade inquestionável e os laços de sangue sustentam o peso de uma dinastia milenar, a presença do rei é lei - e sua palavra, destino irrevogável. Park Ji Min reina com firmeza inflexível, conduzindo com mãos jovens e mente afiada os destinos de um império inteiro. Ao seu lado, porém sempre atrás da sombra do poder, caminha sua irmã mais nova: a princesa Ye Ji. Dotada de beleza serena, postura imaculada e disciplina silenciosa, ela foi moldada não para o comando, mas para a contemplação. A coroa jamais repousará sobre sua cabeça. Seu papel é o de presença ornamental - essencial, porém invisível à engrenagem real. No entanto, nas margens ocultas do palácio, onde o olhar do poder raramente alcança, existe alguém cuja simples presença desafia a lógica da corte. Jeon Jung Kook. Servo cego desde o nascimento, seu nome não ecoa nos salões dourados da política, tampouco seu rosto é recordado nas cerimônias da nobreza. E, ainda assim, sua cegueira lhe outorgou uma percepção rara - quase sobrenatural. Ele ouve os silêncios entre as palavras, capta os vazios disfarçados nas promessas e sente o peso de uma alma antes mesmo que ela se revele. Ye Ji, acostumada a olhares que a admiram apenas na superfície, vê-se desestabilizada pelo único homem que não a enxerga - e que, paradoxalmente, é o único a verdadeiramente percebê-la. Ele não se curva. Não busca sua aprovação. Não a enfeita com gestos vazios. Diante dele, ela não é princesa. É apenas... ela. E nesse espaço raro de liberdade silenciosa, o impensável começa a germinar. Não há tratados. Não há política. Não há lógica. Apenas ela - e o servo que, sem jamais tê-la visto, a desarma por completo. Ela o observa. Ele a encanta. Ela o escolhe.

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