CAROLINE

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Nov 3, 2019
Luke pedia o obséquio de ela desaparecer de uma vez por todas. Que esta perseguição rumo à sua euforia acabasse e desse como terminado o flagelo em que ela o colocou durante aqueles meses malditos. A vida de Luke pertencia-lhe, e esta prometeu ao rapaz uma vida cheia de tormento e desassossego. Sempre que ele tentasse navegar pelas ondas da calma, lá se encontrava o seu tormento - pronta para o puxar para o fundo do magnífico caos. Luke, maravilhado com a ideia que era tudo uma escarnia do destino, esta sorria-lhe com a evidente inépcia. Quem era Luke para ponderar ver-se livre dela? O seu tormento tinha nome e era real. O inferno pertencia-lhes e Caroline estaria determinada em arrastar Luke, com ela. ***** Copyright © Mara Costa, 2014. All Rights Reserved (Slow updates). Highest rank #8 in Mistery/Thriller.
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O passado tem uma forma cruel de nos encontrar, mesmo quando passamos anos fugindo dele. Maya sempre acreditou que poderia seguir em frente. Construiu uma vida distante, ergueu paredes ao redor do coração e convenceu-se de que algumas histórias precisam ficar enterradas. Contudo bastou um instante, uma imagem roubada do tempo, para que tudo desmoronasse: Chloe vestida de noiva. O sorriso em seus lábios era perfeito. Mas os olhos, Deus, os olhos... azuis como o oceano, cheios de promessas não cumpridas, carregavam um silêncio que só Maya poderia entender. O que teria acontecido se tivesse ficado? Se tivesse escolhido o amor ao invés do medo? Se não tivesse destruído o único lugar onde já se sentiu em casa? Agora, dez anos depois, Maya retorna à Austrália, ao mar que um dia a libertou e à cidade que guarda os destroços de quem um dia foi. Mas Chloe não é mais a mesma garota que costumava correr pela praia de Gold Coast, e o tempo, esse cruel escultor do destino, não tem piedade de corações que hesitam. Entre memórias salgadas e verdades sufocadas, Maya precisará encarar as ondas do passado e responder à pergunta que a assombra desde o dia em que partiu: Será que ainda há tempo para reescrever uma história que nunca terminou?

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