Hello New York, Aqui Estou Eu...

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Jan 22, 2019
"Nunca será fácil mudar de vida à qual estás tão habituado. Principalmente quando és uma adolescente de 17 anos e os teus pais acabam de separar-se." Sarah, uma rapariga de 17 anos, vê-se obrigada a mudar de Portugal para América, Nova Iorque, após a separação dos pais. As notícias deixam-na destruída por dentro, mas o que se pode fazer se não aceitar o destino? Nem tudo acontece por acaso e talvez, para a sorte dela, poderá ser uma oportunidade de começar a sua vida do zero. Tornar-se e ser alguém diferente e, quem sabe... encontrar o seu grande amor.
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Clarice odiar o amor não faz com que ela nunca mais sinta o amor novamente, só faz com que ela se afaste, se afunde mais ao vazio e a solidão. O amor é algo sem definição, é raso, passar anos procurando alguém só mostrou o quanto, para ela, amar era prejudicial à sua saúde mental. E de fato era, mesmo que ela escrevesse sobre um sentimento que nunca sentiu de verdade, foi prejudicial à sua mente, à sua forma de pensar e agir, criando conflitos e até sentimentos e entes paralelos. Ás vezes nos encontramos a beira de algo tão intenso, tão forte, que não sabemos como reagir. Correr, aproximar, se deixar levar, ou se afastar aos poucos? É como estar prestes a se jogar no oceano, cheio de mistérios que nunca se quer experimentamos, mas que parece nos chamar cada vez para mais perto. E a gente vai, se aproxima devagar, num misto de excitação e receio, com passos lentos e medrosos, mas vamos mesmo sabendo que, se a correnteza nos puxar, não haverá mais volta. "Eu me pergunto se minha mente apenas deixa de fora todas as partes ruins, eu sei que não fazíamos e nunca faremos sentido."

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