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O Monstro da Noite

O Monstro da Noite

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Oct 6, 2019
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Non-Fiction
Vivemos em uma pequena vila. Durante o dia estamos todos felizes. As mães estendendo as roupas no varal, as crianças brincando para lá e para cá, tudo é muito feliz... Mas só durante o dia. Quando a escuridão começa a tomar conta da vila, é quando as coisas ficam mais sérias. Todos apressados entrando em suas casas, o que tiver deixado lá fora fica lá fora. Janelas e portas sendo trancadas, a vila deserta com apenas o vento frio percorrendo por lá. Nenhuma pessoa sai de casa a noite, não importa as circunstâncias, não saia de noite! Ou ele te comerá vivo. - Toda noite um monstro passa pela vila a procura de comida, não sabemos quem ou o que ele é. - Você não o viu? - perguntei - Todos que o viram não chegaram vivos para contar a história, Alissa. - Eu sim - disse um velho senhor, que estava sentado em uma mesa não muito longe de nós. - Tem certeza, senhor? - Hector perguntou. - Está vendo isso, meu jovem? - ele levantou seu braço, ou pelo menos o que havia sobrado dele. - Foi a besta que fez. - O Senhor...lembra como ela era? - Por mais que muitos acreditem ser um bicho de quatro cabeças, minha querida, é muito pior: Ela é enorme, preta como a escuridão da noite, tem espinhos duros e pontiagudos que seguem até o final de seu longo rabo, possue um enorme sorriso no rosto com seus dentes afiados como facas, e mais... - O que?... - Seus olhos vermelhos. Eu podia ver a morte nos olhos dela. Ninguém imaginava que Alissa teria que viver com esse monstro dentro de si Agora seus olhos verdes se tornariam vermelhos. De dia, uma garota normal, de noite... Um monstro sedento por sangue.
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#981
conflito
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Ela cresceu vigiada. O Estado dizia que era para sua proteção, mas ela aprendeu cedo que grades também podem ser invisíveis. Testes, interrogatórios, remédios e um silêncio forçado sobre tudo o que via, ouvia... ou sentia. Tudo em mim era considerado um risco. Minha mente, meu corpo... toda a minha existência era um erro. Quando finalmente foge, não leva nada além do próprio nome, meio esquecido, e uma velha adaga furtada de um defunto. Aprendera a sobreviver como um vulto entre cidades: sem confiar em ninguém, sem olhar para trás, sem dormir duas noites no mesmo lugar. Até cruzar o caminho de Athos. Ele a acolhe. Ela o desafia. Ele não faz perguntas. Sua casa, afastada e silenciosa parece segura demais para ser real. Mas há algo estranho alie e aqui... Por todas as partes! Desde as frestas das portas, espelhos até nas vozes sussurradas por dentro paredes à noite. Algo a observa. Algo que parece conhecê-la. Algo que ameaça seu novo lar. Enquanto tenta construir um abrigo dentro da própria pele, ela começa a perceber que talvez os horrores do passado podem não estar tão enterrados quanto acreditava. Porque alguns nomes, mesmo quando esquecidos neste mundo, continuam sendo chamados nas sombras. Na fazenda isolada, Kyle encontra o que nunca teve: lar, calma e um tipo de amor que não sangra. Mas o passado não esquece. Várias entidades a querem de volta. As ameaças se acumulam. Os segredos se entrelaçam. Sentimentos são postos em xeque. Ela quer saber quem é. Ela quer justiça pelo passado que foi arrancado dela. E, se for preciso, vai queimar o mundo inteiro para construir um novo. Início: 26.05.2025 DIREITOS AUTORAIS DEVIDAMENTE REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL © PLÁGIO É CRIME!

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