Nós todos sabemos o que fazemos uns com os outros. Nunca estamos satisfeitos. Nunca é o suficiente. Em uma sociedade onde a padronização é sinônimo de sucesso e as singularidades, de depreciação, as personificações de cada um desses extremos se encontram e criam brechas para uma conexão emocional intensa. Aaron é o resultado massivo dos padrões de ética e bom-senso. Zero, em contrapartida, tem como sua própria existência o oposto de tudo o que se espera de um rapaz de 25 anos(inclusive seu suposto nome). Intrigados sobre a realidade paralela que cada um leva, eles compartilham seus pontos de vista e chegam a um breve e impulsivo consenso. A única singularidade que compartilham: ambos são vítimas da sociedade. ~ Atenção: essa é uma história estranha com personagens estranhos. ~ "𝘌𝘶 𝘴𝘰𝘶 𝘪𝘯𝘤𝘢𝘱𝘢𝘻 𝘥𝘦 𝘥𝘦𝘴𝘤𝘰𝘣𝘳𝘪𝘳, 𝘦𝘯𝘵𝘢̃𝘰 𝘷𝘰𝘤𝘦̂ 𝘵𝘦𝘳𝘢́ 𝘲𝘶𝘦 𝘮𝘦 𝘥𝘪𝘻𝘦𝘳 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘤𝘩𝘦𝘨𝘰𝘶 𝘢𝘲𝘶𝘪." "𝘈𝘩, 𝘴𝘦𝘳𝘢́ 𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘰𝘶 𝘵𝘦 𝘢𝘴𝘴𝘶𝘴𝘵𝘢𝘳 𝘴𝘦 𝘦𝘶 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘢𝘳? 𝘝𝘰𝘤𝘦̂ 𝘳𝘦𝘢𝘭𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘱𝘢𝘴𝘴𝘰𝘶 𝘵𝘰𝘥𝘢 𝘢 𝘴𝘶𝘢 𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘰𝘶𝘷𝘪𝘯𝘥𝘰 𝘢 𝘴𝘰𝘤𝘪𝘦𝘥𝘢𝘥𝘦, 𝘈𝘢𝘳𝘰𝘯... 𝘐𝘮𝘢𝘨𝘪𝘯𝘦 𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘱𝘭𝘦𝘵𝘰 𝘰𝘱𝘰𝘴𝘵𝘰 𝘢 𝘵𝘶𝘥𝘰 𝘪𝘴𝘴𝘰, 𝘦 𝘷𝘢𝘪 𝘮𝘦 𝘦𝘯𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢𝘳."
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