Diário de uma suicida

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WpMetadataNoticeDernière publication sam., janv. 19, 2019
"Me encaro no espelho vendo as lágrimas escorrendo pelo meu rosto enquanto seguro firmemente a lâmina. Eu realmente quero fazer isso? Fico refletindo nessa frase, até receber uma mensagem do Brian, o que me faz chorar mais. "Gostou daquilo vadia? Foi para você aprender a nunca mais tratar daquele jeito" Eu não tenho mais escolhas! Passo a mão pelo meu rosto, borrando ainda mais a maquiagem. Nem ligo. Não me importo com mais nada. Olho para o meu braço faço o primeiro corte. Sinto uma lágrima escorrer pelo meu rosto, eu já tinha começado não podia parar agora. O que ele fez não tem desculpa. Continuo me cortando até ver o sangue escorrendo pelos meus braços, aquilo uma mistura de alívio com uma sensação de como se eu tivesse tirado uma dor , uma dor que me assombrava durante anos. Eu continuei chorando, encolhida no canto do quarto enquanto o sangue manchava minha roupa e escorria pelo chão. Fico tentando fazer o menor barulho possível"
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"Eu sou só mais uma adolescente tentando sobreviver." Estudo de manhã, trabalho meio período numa lanchonete da esquina à tarde e passo o resto do tempo tentando não surtar. Moro com a minha mãe, mas a gente quase nunca se entende. Parece que tudo que eu faço está errado pra ela. E, sinceramente? Eu cansei de tentar agradar. O meu pai? Nem sei por onde anda. Acho que ele nunca fez questão, e eu aprendi a não fazer também. O que me mantém de pé, o que faz meu coração bater com alguma esperança, é um sonho. Um sonho que eu carrego desde pequena: ser modelo. Eu sei que parece clichê. Todo mundo acha que é só posar pra câmera, fazer carão, desfilar com roupas caras. Mas pra mim... é mais que isso. É liberdade. É poder. É sair daqui. É ser vista. Ainda não aconteceu, claro. Mas eu tô tentando. Envio fotos, participo de seletivas, posto no Instagram como se fosse famosa. E às vezes... só às vezes... eu fecho os olhos e me imagino lá, em Paris, Nova York, Milão. Porque sonhar ainda é de graça. Pelo menos por enquanto. O problema é que ninguém conta o que você precisa perder pra chegar lá. E eu perdi mais do que devia.

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