A eu do outro lado

A eu do outro lado

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WpMetadataReadComplete Tue, Feb 12, 2019
Uma tentativa de fugir do esgotamento leva Lisa ao interior de uma cidade pacata onde tudo aparenta ser do século passado. A casa de madeira parece o lugar perfeito para a jornalista se desintoxicar dos males do mundo, mas durante a noite coisas realmente estranhas acontecem. Coisas que levam Lisa a se questionar se está sonhando ou enlouquecendo, sem saber que existe ainda uma terceira possibilidade: Estar apenas enxergando uma realidade assustadora. (Primeiro conto da série Contos do Outro Lado) Foto por Daria Shevtsova no Pexels
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  • 𝑷𝒂𝒊𝒙𝒂̃𝒐 𝑷𝒓𝒐𝒊𝒃𝒊𝒅𝒂
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Nem toda história começa no começo. Algumas surgem no meio da queda. Outras nascem do eco de algo que já se partiu há muito tempo. Aqui, as palavras não são apenas palavras. São registros. São vestígios. São feridas abertas em planos distintos, pulsando em sincronia silenciosa. Há um menino levado pela luz. Um pai que viu demais e nunca foi ouvido. O céu se abriu para ele, mas ninguém acreditou. Há um homem preso entre as engrenagens do tempo. Ele não quer o futuro. Quer o instante que perdeu. Mas reescrever o destino é tocar em cordas que não foram feitas para mãos humanas. E há uma cidade onde os corpos se moldam, onde o medo veste uniforme e a liberdade vira erro de sistema. Ali, uma jovem se transforma - e transforma tudo ao redor. Esses não são contos. São registros vivos de um universo fragmentado. Lugares onde o real e o impossível já não sabem onde começam. Onde o tempo falha. Onde a dor se repete. Onde algo, ou alguém, observa de longe. Você está entrando em território antigo. Sagrado. Instável. Algumas peças vão se encaixar. Outras vão te ferir. Mas todas... têm algo a dizer.

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