-Eu não me apaixono. - diz ele com toda certeza que não lhe parecia faltar.
-Você já pensou na possibilidade? - falo observando a paisagem à minha frente.
-Como eu já disse, eu não me apaixono.
Mesmo com toda sua convicção ao seu "não amor" ainda era manifesto que se privaria desse sentimento.
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- Promete que nunca me vais esquecer. - Eu imploro depois de desfazer o abraço em que o prendia.
- Prometo, Sophie! - Ele promete com aquela voz que eu tanto amo ouvir.