Altar Particular

Altar Particular

  • WpView
    Reads 15
  • WpVote
    Votes 0
  • WpPart
    Parts 3
WpMetadataReadMatureOngoing1h 31m
WpMetadataNoticeLast published Sun, Feb 24, 2019
"Meu bem que hoje me pede pra apagar a luz E pôs meu frágil coração na cruz No teu penoso altar particular" As palavras cantadas por uma doce mulher são os amargos versos mais doces que se encaixam exatamente na vida de Todoroki Shouto, um garoto um tanto frio que irei narrar sobre. No terceiro ano do ensino médio, o que poucos sabiam é que o bad boy era apaixonado pelo nerd da sala: Midoriya Izuku. Todavia, por uma fagulha acidental de destino, ambos se encontrarão em meio a fórmulas de matemática e receberão ajuda de seus melhores amigos que são um casal: Bakugou Katsuki e Kirishima Eijirou. E eu? Bem, eu sou a morte, mais especificamente a Ovelha: a parte gentil da morte. O Lobo e eu te contaremos a bela história dessas duas pessoas. E quando a morte te conta uma história, você deve parar para ler.
All Rights Reserved
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • Neve Carmesim
  • No me acuerdo
  • You're only mine //TodoBaku story
  • Nothing But A Sweet Revenge
  • ATRAÇÃO [𝐃𝐞𝐤𝐮𝐁𝐚𝐤𝐮] (PAUSADA)
  • Eu Serei Tua Realeza. -(+18)
  • Borboleta Que Trouxe Esperança (Izuku x Shinobu)
  • MY WONDERFUL SUMMER
  • NESSE LIVRO , EU SOU O VILÃO-Sasunaru

Sozinha como a neve que cobre os campos de batalha, Yuki avança silenciosa, deixando para trás apenas rastros de sangue e silêncio. Conhecida como Neve Carmesim, ela não é heroína, mas também não é uma vilã comum. É algo diferente, algo entre o humano e o espectro: fria, calculista e implacável. A cada aldeia destruída, a cada soldado derrotado, a cada nobre executado, sua lenda cresce. Alguns a veem como justiceira que pune os cruéis e os corruptos, outros a temem como um demônio que caminha entre os vivos. Mas Yuki não busca redenção, nem glória, nem perdão. Seu caminho é marcado apenas por vingança, por memórias que jamais cicatrizam e pela inevitabilidade da morte que a segue como sombra. Desde o massacre de sua aldeia natal, onde perdeu tudo em meio a chamas e neve tingida de vermelho, Yuki carrega apenas a lembrança da dor. Essa lembrança é sua bússola, sua lâmina, sua razão de existir. Ao enfrentar generais cruéis, mercenários implacáveis, guerreiros lendários e até mesmo os nobres que ordenaram a destruição de sua família, ela nunca hesita. Sua espada dança entre a vida e a morte, executando cada movimento com precisão quase sobrenatural. Mas Yuki não é movida por fúria cega. Sua violência não é descontrole - é cálculo. Ela observa cada inimigo cair, como se estudasse o exato instante em que a vida deixa o corpo. Há frieza em seus olhos, mas também uma sombra de humanidade que insiste em permanecer, mesmo que deformada pelas cicatrizes do passado. A Neve Carmesim caminha só. Nunca forma clãs, nunca aceita aliados. Sua companhia é o silêncio, sua trilha é o sangue. Onde passa, a neve branca se torna vermelha, mas logo o vento e o tempo apagam seus rastros, como se o mundo tentasse esconder sua existência. Ainda assim, as histórias permanecem, contadas em sussurros entre aldeões e soldados: - "Ela caminha pela noite." - "Ela não poupa ninguém." - "Ela é a sombra na neve."

More details
WpActionLinkContent Guidelines