Ele (não) é real

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WpMetadataNoticeÚltima publicación vie, mar 1, 2019
Desde criança eu, Eileen Wilson, tenho um amigo imaginário. Ele apareceu para mim uma noite e eu não o deixei mais ir embora. Nick esteve presente em todos os momentos da minha vida, os bons, os ruins e os péssimos. Até que quando fiz quinze anos, eu me esqueci dele. Ele se tornou uma vaga lembrança. Até hoje de manhã, quando acordei e dei de cara com um garoto dormindo. Na minha cama. Sem calças. Entrei em pânico, e a situação só piorou quando descobri que o garoto estranho é na verdade meu amigo imaginário chamado Nick que resolveu dar uma volta no mundo real. Ele não lembra de nada, não sabe como voltar e nem como veio parar aqui. Agora eu, Eileen Wilson, inventei para minha mãe que Nick é meu meio-irmão e que ele não tem nenhuma família para quem voltar. Estou presa em uma teia de mentiras e estou com medo. Medo de Nick nunca mais se lembrar como voltar para o Mundo Imaginário, medo de meu pai reaparecer de seja lá onde ele está e descobrir que inventamos um filho para ele, medo de acabar gostando de ter Nick por perto e não querer que ele vá embora.
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"- Você me quer lá... Apoio minha mão esquerda no colchão e a outra proximo ao seu rosto, desta vez sou eu que estou no comando. Seus olhos me queimam de um jeito bom, o frio se derretendo aos poucos. - Não sei porque, mas também quero estar lá... com você. - Passo meu dedo na sua bochecha carinhosamente, ela olha para o movimento e depois se perde em meu rosto novamente." 🫀 Um romance entre a amizade que se transformou em ódio. Faith sabia muito bem o que estava fazendo, cada palavra dita foi memorizada e ensaiada para ao menos gaguejar, era pequena, mas de infantilidade ou imaturidade não tinha nada. Parecia ter nascido em um corpo de criança quando sua mente era quase de uma adulta, uma fria, quieta, sozinha. Daquela vez foi tão explosiva, mas não se arrependia, o queria longe o suficiente para nunca mais ouvir sua voz ou sentí-lo novamente. Queria o deixar ir, mesmo que isso a machucasse em um lugar desconhecido de si. Queria que ele fosse feliz, que a deixasse, e sabendo que nunca aconteceria, o fez por ele. Porque ela sabia não ser suficiente para nada e nem ninguém, era muito quebrada para isso, deduziu isso após ser tão observadora com as crianças que tinham sua mesma idade. Ela não tinha nada igual a elas, fazia coisas que duvidava que teriam coragem, e não sabia se deveria se sentir arrependida, pois não sentia um remorso ou a sensação do errado. Era tão fria e gélida, desde que se entendia por gente que nunca pensou no que era a sensação do quente.

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