As milhares fórmulas do amor

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Aug 25, 2021
Ainda estou aqui, o solidário amor próprio gritou dentro dela. Salvem-na! Esta pobre alma não consegue seguir! Foi o que chorou. Aos prantos, felicidade tentava de todas as formas ajudá-los. Socorro! Felicidade lastimou, sacudindo os ombros da menina se aninhou. Por último, liberdade se juntou cheia de dor A voz reverberando por quatros esquinas, enfurecidos de amargor. "Deixem-na morrer! Esta ouviu o que a sociedade quis dizer", ódio cortou E ela foi sem ao menos querer. Todos os poemas e textos por @retalhos & @MariaStySheeran.
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Você não queria estar aqui lendo esse monte de merdas; e, talvez, eu também não queria ter escrito essas coisas. Porque se existisse algo que fizesse-nos sentir úteis, a mísera possibilidade de possuir essa coisa, de bom grado, estaríamos doando até a nossa alma, ou o que restou dela. Não estaríamos perdendo tempo lendo essas coisas. Por favor, caro leitor, não demonizem os meus pensamentos, nem as minhas lembranças. O diabo é coisa séria, e eu não ousaria brincar com alguém que sente prazer em ter a companhia de outras pessoas; mas também é preciso ter o mínimo de decência, e vocês hão de concordar comigo, não é preciso trazer a tona a sua moralidade religiosa, subjugar palavras de um tolo que não tem nada para lhes oferecer. Eu tenho uma cabeça doente, a minha alma foi forjada pelo fogo da tristeza e da solidão. Isto não é um manifesto contra toda a distopia criada pela minha memória. São, apenas, palavras. Palavras soltas tentando remontar a minha memória; essa, sempre desconexa, que coexiste pelas lembranças de um passado desordenado, um presente difuso e um futuro, indecentemente, incerto. Hoje, eu já não sei mais o que eu sou, mas, um dia, eu já fui o Esteban.

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