Descartados
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WpMetadataNoticeLast published Thu, Oct 8, 2020
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Poetry
Descartados , nasceu da urgência de libertar um coração amaldiçoado pelas dores do dia a dia . Dores... de um coração aflito , de momentos onde somente o vinho e a solidão lhe fazem companhia . Pensamentos onde o autor rasga sua alma, revelando o mais íntimo dos seus sentimentos. Momentos onde alguém pode parar e se identificar com um amor perdido, um sentimento de nostalgia. Nostalgia essa que paira em cada poema deste livro, escrito como uma homenagem ao amor, amor esse que existe além da vida, que passa pelas dores que cortariam nossas almas em mil pedaços. NOTA DO AUTOR: Os poemas a seguir possuem uma carga emocional muito pesada e inúmeros gatilhos. O autor não recomenda para pessoas que sofrem de depressão em algum grau. Se você está triste, depressivo e pensa que morrer é a solução dos teus problemas, respire fundo e reveja a vida. Sempre há mais um motivo para viver.
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#3
fracasso
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O azul sempre foi feito de calmaria - um reflexo da serenidade que aprendeu a cultivar para sobreviver ao caos interno que escondia. Mas tudo muda quando ele conhece Bordô, uma presença intensa, vibrante e avassaladora que colore seus dias com sentimentos que ele mal sabia nomear. Apaixonar-se por Bordô é como mergulhar em um mar profundo, onde a beleza da entrega contrasta com o medo de se perder de si mesmo. O azul teme afundar no próprio oceano de inseguranças, de traumas não curados e do amor que cresce mais rápido do que consegue suportar. Em um gesto de autopreservação, ele decide desistir do que sente - não por falta de amor, mas por excesso de medo. Desistir de Bordô é como arrancar uma parte de si, mas talvez seja a única forma de não se afogar. Essa é uma história sobre amar demais e ainda assim partir. Sobre cores que não se misturam, mas que jamais se esquecem. E sobre aprender que às vezes, deixar ir é o ato mais doloroso e mais puro, de amor. Esse livro não é sobre o bordô.

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