Story cover for Soturnos by MichelleCSousa
Soturnos
  • WpView
    Reads 9
  • WpVote
    Votes 2
  • WpPart
    Parts 1
  • WpView
    Reads 9
  • WpVote
    Votes 2
  • WpPart
    Parts 1
Complete, First published Mar 20, 2019
Nada lhe era mais importante que a família e os laços. Em uma única noite tudo aquilo que jamais pensou em vivenciar foi jogado diante de seus olhos. Seus maiores medos estavam ali, dado à lado disputando sua sanidade mental e física.
Agora, ela teria que fazer uma escolha difícil...

ATENÇÃO: Este é um pequeno conto.
All Rights Reserved
Table of contents
Sign up to add Soturnos to your library and receive updates
or
#153misterio
Content Guidelines
You may also like
You may also like
Slide 1 of 9
Contos cover
Contos & Contos cover
There's a Voice between Us cover
Minha filha morreu antes de mim e agora? cover
Susto cover
Inefável cover
The Man and the Red Thread  cover
FRAGMENTOS  cover
{ Contos Da Meia-Noite } cover

Contos

7 parts Complete Mature

Histórias esquecidas no fundo da gaveta. Fantasmas atrás do armário da cozinha. Monstros que se escondem debaixo da cama. Mas e se os verdadeiros monstros fossem invisíveis, escondidos nas entrelinhas do mundo que construímos? Este livro é um baú de segredos, onde cada conto é uma chave para abrir portas que muitos preferem manter fechadas. São narrativas que flutuam entre o amor e a perda, entre o que foi soterrado pelo tempo e o que ainda grita por ser ouvido. Aqui, o luto dança com a memória, a natureza sussurra sua dor em rios sufocados, e corações partidos batem mais forte do que o medo. São histórias que não se contentam em apenas existir - elas cutucam, questionam, desmontam. Falam de violências veladas, de amores que não morrem, de mundos que precisam ser salvos. Mas não espere respostas fáceis; este livro é um espelho, e o que você vê nele depende do que carrega dentro de si. Contos contados, contos rasgados, contos molhados. Cada palavra é um convite para sentir, refletir e, talvez, mudar. Porque, no fim, todos temos algo escondido no fundo da gaveta - e talvez seja hora de tirá-lo dali, à luz do dia, para que ele não nos devore por dentro.