Story cover for TWIN FLAME by ShaulHarrison
TWIN FLAME
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Ongoing, First published May 03, 2019
Ele é mais forte do que ferro. 
Você bate, xinga, mente, reclama, atropela, pisa e ele nem liga, se levanta, sai como se nada tivesse acontecido.
Ele é engraçado, cruel, vigantiva e não tem medo, confuso, indefeso, dramático, mas não se engane tanto, ele mostra sua força na hora certa, mas não é sempre que precisa. 
Não se rabaixa, se arreganha, se arrepende mas não perde. 
Ele tem pose, tem estilo, até charme. Ele é homem... menino, garoto que de manhã se levanta da cama sem saber como vai ser o dia, quando deita e pensa em tudo, se arrepende e lembra que vale a pena o que deixou pra trás, tenta correr.. não tem jeito, mais ele tenta.
É cruel quando deve ser! Tem amor na hora certa, é desconfiado, metido, melhor amigo.
Ele sabe que tem sempre alguém que foge dele, corre atrás, Se você não me odeia, me ama, ou visse versa, sou aquele que usa a balança e com ela julgo minhas opiniões, só falo se me pedem e só dou aquilo que recebo, sou livre como o vento e tão aventureiro como o vento, não tente me manter no chão enquanto eu puder voar, eu nunca seguirei suas regras pois sou juíz da minha própria vida. mas vai sem pressa, porque o que ele quer, é ser feliz
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Para todos os garotos que eu amei.

26 parts Complete Mature

Há quem diga que o tempo apaga. Que a idade rouba da memória aquilo que o coração um dia julgou inesquecível. Não é o meu caso. Aos oitenta e tantos anos, com a lucidez intacta, a saúde generosa e uma casa onde o silêncio não dói, mas sussurra, posso afirmar: o que foi vivido com verdade não se perde. Apenas muda de lugar. E às vezes, quando menos se espera, volta - com um perfume antigo, uma música no rádio, uma carta nunca enviada. Sou D.R. Sousa. Não escrevo por saudade apenas. Escrevo porque a memória me é fiel. Porque há nomes que ainda vivem comigo - nas entrelinhas, nos detalhes que ninguém mais vê. Amores que não se apagaram, mesmo que os rostos tenham se diluído nas brumas dos anos. Alguns passaram como cometas - intensos, breves e impossíveis de esquecer. Outros ficaram por longas estações, me ensinaram a dançar com o caos e a chorar em silêncio. Houve os que se foram sem saber que os amei. E os que ficaram dentro de mim mesmo depois de partirem. Lembro de muitos com uma clareza quase dolorosa - os olhos, os risos, até os silêncios. Lembro também das mágoas, dos desencontros, das promessas não cumpridas. Mas me recordo, acima de tudo, da beleza de ter sentido tudo isso. Escrevo agora não por arrependimento, mas por gratidão. Por ter amado. Por ter vivido. E por ainda lembrar - com ternura - de cada um deles...