A porta se abriu no terceiro andar, e antes que eu pudesse guardar o batom de volta na bolsa, um vulto entrou... ou melhor, tropeçou. Ele. Um homem alto, desajeitado, com uma pasta recheada de papéis prestes a explodir das mãos, óculos escorregando pelo nariz e um olhar de pânico. Escorregou no tapete do corredor e caiu - literalmente - aos meus pés.
More details