Story cover for TEA by Ggcarvalho1981
TEA
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Concluida, Has publicado may 30, 2019
As percepções que fazemos do mundo a nossa volta jamais serão iguais as das outras pessoas. Isto é o que nos tornam seres diferentes em um mesmo lugar comum e nos faz parecer habituados a encontrar soluções para a difícil equação da convivência harmônica. 
Nem tudo porém, precisa ser tão complicado se nos deixarmos conduzir pelas sensações mais simples do dia a dia, como um delicioso cheiro de café, por exemplo.
Para Tea, o aroma de café é algo inebriante, apesar de ele nem sempre se lembrar de onde vem o cheiro que o fascina todas as manhãs. Seguir o rastro de café pode parecer algo inútil e ao mesmo tempo uma tarefa simples para você. Mas não é para Tea.
Lemos o mundo que nos rodeia através de nossos sentidos e é por meio deles que nos ligamos às nossas lembranças mais duradouras. Algo inerente a qualquer ser humano se não nos lembrarmos de que as pessoas nem sempre têm as mesmas capacidades cognitivas. 
Tea sairá em busca daquilo que lhe traz as melhores sensações da vida sem deixar, no entanto, de nos revelar seu próprio mundo interior. E é na compreensão deste lugar diferente que talvez percebamos que nossa sobrevivência dependerá de como conseguiremos pôr todas as respostas para as percepções do mundo em um mesmo lugar comum.
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1 parte

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O
#27diferenças
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Todos nós já fizemos escolhas na vida pelas quais em algum momento nos arrependemos. Escolhas que comprometem nossa família, nossos amigos e muitas vezes o amor da nossa vida. Em duas semanas muita coisa pode acontecer na vida de alguém, principalmente encontrar aquela peça que faltava para nossa vida ficar completa. E se no meio do caminho, não pudermos voltar atrás em nossas escolhas? E se a vida te mandar para o outro lado do oceano? Estaríamos dispostos a abrir mão de alguém por uma escolha ruim? As evidências costumam mostrar que nós decidimos nosso futuro de acordo com todas as coisas ruins ou boas que acontecem no nosso presente ou aconteceram no passado. Somos espelhos das coisas que nos machucaram. Ficamos mais fortes com elas. Algumas pessoas tem a seguinte opinião: quanto mais cabeçadas nós damos na vida, mais teremos uma aprendizagem, e não cometeremos os mesmos erros no futuro. Mas e o amor? Nós erramos mil e umas vezes com ele, e sempre na mesma coisa; se apegar nas pessoas erradas. Quando amamos, nos entregamos de corpo e alma, damos tudo de nós para a pessoa. E no final, sempre nos machucamos. Seriamos tolos por cometermos sempre os mesmos erros quando o assunto é amor? Amar não é algo que escolhemos, mas e se pudéssemos escolher? Escolheríamos a quem amar ou escolheríamos como amar? Spotify: https://open.spotify.com/user/12175616457/playlist/07UuvvOsDewjR9I5fnAIW1
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Existem alturas na vida em que a coisa fica feia. Descobres que aquele que achavas ser o fundo do poço, afinal não é, porque a porra do fundo do poço fica sempre um bocadinho mais abaixo. Mas sabes que mais? Também tu tens mais força do que aquela que achavas que tinhas. Tens mesmo. Por isso se diz que o frio é sempre do tamanho do cobertor. Aquilo que eu descobri com a viagem interior que comecei (e continuo) é que podemos (e devemos) aproveitar os "fundos do poço da vida" para nos impulsionarmos de volta à superfície. Descobri que somos sempre mais capazes do que o que julgamos ser e que as certezas que (achamos que) temos não têm nada de certo e é precisamente aí, nessa capacidade de procurar mais perguntas do que respostas, que a vida se faz. Descobri que quem não tem pé não pode dar coice, como diz a minha mãe. Isto trocado por miúdos, quer dizer que cada um de nós só dá de si aquilo que tem lá dentro. Dar mais ou menos depende de cada um, não de nós, por mais que gostássemos de poder mudar isso. Aprendi a aceitar que não é possível (além de ser absolutamente desnecessário e uma tremenda canseira) agradar a toda a gente e que aquilo que acham que sabem sobre ti não é problema teu. Quando a vida pega em ti e te deita ao tapete uma e outra vez, tens que lhe mostrar a tua veia de "sempre em pé". Vais cair, sim senhora, esfolar mãos e joelhos mais vezes do que gostarias, mas começas a levar cada vez menos tempo a levantar-te. Vais saber escolher melhor os combates que valem a tua energia. Chama-se resiliência e é a chave para uma existência feliz.
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