Doce pecado
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WpMetadataNoticeLast published Thu, Dec 23, 2021
"Infantilista-Escultura divina que vos retratava o magnetismo renascentista;tal qual pudera ser vista como sinônimo de beleza invicta, porém não sentida. No aprofagar da profundidade humana,seus traços reluziam assombração para os que vissem numa transparência decadente de interesse,retalhados pelo fogo da perspectiva rasa que sua face demonstrara em uma fisionomia distinta às próprias emoções". Luíse,uma jovem adolescente que devera a simplicidade em sua vivência apática,refrea a falta de lucidez em seus estímulos vitais através da dissimulação infantil que criara como forma de esconder-se do passado que lhe persegue compulsivamente. Num transtorno sem fim que lhe causara a própria ruína,no lacre de plena década de 1970 dar-se o início de uma dramatização. Sobre o verão ensolarado em uma das províncias de Cremona, mais especificamente na comuna de Bonemerse:um município pequeno e pouco povoado, cituado numa parte pobre da antiga Itália,a de mocidade guardada mantém a mesma rotina letárgica de sempre,aunque ver-se encurralada perante seus próprios sentidos em profusas ativações melancólicas. Todavia ao destino traiçoeiro,tem seus dias reclusos a realidade modificados ao deparar-se com o chamuscar de obscuridade vindo dos olhos do mais novo namorado de sua mãe;um homem cujas íris azuladas exalavam mistério ao todo,de onde o menos participara da própria virilidade do tal que,sem esforços,a prende num jogo de obsessividade onde o final já fora decretado.
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SINOPSE: Procurando emoções nacionais? Um novo romance na capital baiana vai mexer com você. Peguem um romance perfeito, quase um conto de fadas. Adicionem uma pitada de suspense, e então descubra que aquela pitadinha era... de fermento! Porque a coisa cresce, e toma proporções inacreditáveis! A história se passa na capital baiana. Luna, uma jovem às vésperas de seu aniversário de 18 anos, se vê numa briga com o namorado, e aquele momento abre as portas para um futuro perturbadoramente promissor. Se divide em dois núcleos. De um lado, Luna, a lua, sua família e seus amigos. Do outro, Apolo, o deus do sol, que leva uma vida de luxo e enfeitiça-a, levando-a a seu mundo, numa velocidade que apenas uma jovem garota, com seus sonhos maiores que a maturidade, poderia suportar. Mas, o que vem fácil, vai fácil. E é aí que a história toda começa a se desenrolar, e o leitor descobre que os núcleos nunca estiveram tão próximos. Esta é uma história sobre um romance entre a jovem garota e seu príncipe encantado. Mas também é uma história sobre crimes. Sobre tráfico de pessoas. Sobre assassinatos de ambientalistas. Sobre uma vilã caricata e um mordomo caricato, que me divertiram muito. Mas a caricatura logo se converte em algo sério, psicopático até. E um novo laço, e novas redes de crimes, novas intrigas. A história segue, um fiozinho puxado por vez. Sobre mentiras. Sobre personagens que rezam, mas que também matam. Que fazem julgamentos de valor, que querem ser bons, mas não se arrependem quando precisam ser maus. Por fim, este não é um livro para leitores que gostam de uma estrutura única de narrativa. Não é narrado apenas em terceira pessoa e, quando em primeira pessoa, pode trazer pontos de vista de diferentes personagens. Requer atenção redobrada para seguir a narrativa, saber quem está por trás daquelas palavras e, assim, seguir desvendando os mistérios. A narrativa em si cria uma camada adicional de mistério. - André

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