A Panaceia [CONCLUÍDO]

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    Capítulos 45
WpMetadataReadMaduroConcluída qua, dez 23, 2020
"Entre duas colossais montanhas negras na região extremo-sul da Ilha Macabra, havia um buraco bem fundo e sinistro, o dito Poço das Sombras. Era ali que bestas demoníacas dos mais variados tipos e raças atiraram-se no fim de suas vidas medíocres, deixando que seus corpos se decompossem até finalmente se tornarem parte daquele líquido putrefato. Mesmo a uma boa distância, já era possível sentir o fedor enlouquecedor que dali provinha. Ao aproximar-se da beirada, não esperou por nenhuma ordem, antevendo o que precisava ser feito e mergulhando de cabeça nas águas da morte. Sentiu toda aquela impureza tomar conta de seu corpo, mergulhando cada vez mais fundo. Vislumbrou vultos agoniados, escutou clamores póstumo e sentiu o sabor característico daquilo que já deixou há muito de existir. Quanto mais fundo submergia, mais alto e claro podia ouvir aquele repetitivo cântico liturgico entoado por Lilith a embalar seu espírito errante: Que a sua alma seja abraçada pelo Caos. Que a sua mente seja sufocada pelo Mal. Que o seu corpo converta-se ao obscuro. Funda-se com a densidade das Trevas... Para que sejas merecedor da terrível Lâmina da dor!" *** Enquanto uma terrível doença nomeada de Thanatos assola a humanidade, os sobreviventes da batalha no Cemitério Recanto Inefável estão proibidos de sair da segurança da luxuosa Fortaleza Andrômeda. Já em Zóriam, Órian e os demais Sensis buscam uma maneira eficaz de atravessar os mantos dimensionais para encontrar aquela que foi roubada de seu mundo. Yoddün, o Profeta Apocalíptico, encontra-se enterrado num tipo de hibernação energética, acumulando um poder incomensurável. Seu intento? Extinguir a raça humana. Quem poderá detê-lo? A única esperança está numa Profecia, em oito escolhidos, um Caduceu e em muito sangue e lágrimas.
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Sempre acreditei que as grandes histórias são aquelas que nos fazem esquecer que são feitas de palavras. Histórias onde reis não são heróis nem vilões, mas algo muito mais perigoso: humanos. Onde o amor pode ser uma sentença de morte, e a ambição, o caminho mais curto até a coroa - ou até o cadafalso. Onde os deuses não oferecem misericórdia e os homens, ao tocar o poder, descobrem tarde demais que podem se tornar deuses... ou monstros piores do que eles. O mundo de O Canto das Cinzas não conhece redenção fácil. Ele foi forjado na mesma fornalha onde nascem as grandes tragédias: orgulho, medo e desejo de domínio. Homens que acreditam poder desafiar o destino. Mulheres que aprenderam que o destino não passa de uma mentira escrita pelos vencedores. Povos inteiros moldados por deuses antigos - deuses que abandonaram seus próprios filhos... ou talvez nunca os tenham abandonado de fato, apenas observando em silêncio, à espera do momento de recolher o que restar. Todos concordam em uma única verdade: as cinzas se lembram. Elas guardam as histórias de impérios consumidos pelo fogo, de tronos reduzidos a pó, de reis que acreditaram ser eternos. E, entre esses sussurros, há um nome que jamais se apaga - Vael'Thyr, o Deus Cinzento, um homem que ousou ascender à divindade e, em sua queda, quase reduziu o mundo inteiro a nada além de cinzas. Ao longo desta saga, você encontrará guerras que jamais deveriam ter sido travadas, traições que, vistas em retrospecto, sempre pareceram inevitáveis, e alianças seladas não pela confiança, mas pelo medo. Descobrirá que não existem respostas simples - e que, às vezes, a única vitória possível é sobreviver tempo suficiente para assistir ao mundo queimar. Ainda assim, se decidir ouvir este canto, faça-o com cautela. A melodia é sombria, e o refrão - ah, o refrão - ecoa com o estalar das chamas e o sussurro eterno daquilo que resta após o fogo. E lembre-se: "Os deuses dormem. As cinzas

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