Doce Sereia

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WpMetadataReadContenido adultoConcluida lun, may 11, 2026
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17+ "- Não precisa fingir que se importa, Campbell. Cá entre nós - me aproximo dele para sussurrar. -, o seu histórico comigo não é bom desde o ensino médio. - Por que você acha que eu não me importo com nada? - Eu não falei que você acha que eu não me importo com nada. Só falei que você não tem pontos comigo. - encaro ele. Harvey acha mesmo que depois do que ele tinha feito naquele dia, que ele vai conseguir pontos comigo. - Você acha mesmo que eu esqueci do que você fez? - retruco com ironia e impaciência." Ruby e Harvey nunca tiveram uma relação das mais agradáveis. Com a popularidade de Harvey, sua fama de "bad boy" e a amizade que o garoto tem com o irmão da loira, não facilita as coisas para Ruby - e muito menos para o garoto de olhos castanhos e cabelos negros. A relação caótica entre os dois, só piora quando o Sr. O'Grady - pior e mais carrancudo professor de artes - decide passar trabalho em dupla. E a sua dupla será a pessoa que está sentada ao seu lado. Para o azar - ou sorte - dos dois adolescentes, eles farão o trabalho juntos, mas não é apenas isso que os fazem passar mais tempo no mesmo local. Além de serem forçados a fazerem um trabalho juntos, eles são obrigados a se verem quase todos os dias pelos corredores - seja da faculdade ou da casa dela. A idéia de conviver no mesmo ambiente que Harvey mais de três vezes na semana, é detestável para Ruby. Ela tem quase certeza de que a qualquer momento, eles porão fogo na casa - ou na faculdade - se resolvessem trocar mais de duas palavras. Mas eles ainda não sabem que o ódio que sentem um pelo outro, é mais em comum do que podem imaginar. Tudo é diversão e jogos. Até que alguém se apaixone. _________________________________________ PLÁGIO É CRIME!
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Eu nunca pude escolher na vida desde que me conheço por gente. Sempre fui escolhida e obrigada a aceitar. Eu não podia lutar contra o que o destino reservou pra mim. E foi assim com meu destino traçado e decretado na ponta de uma pena feita por um contrato entre reis, que assinaram a minha sentença me condenando a tristeza eterna ao lado de quem eu não sinto nada além de repulsa e ódio. Me casei aos 23 anos com Edgar Hernández, fui um prêmio de uma guerra onde o meu Reino Bertollini perdeu e o Reino Hernández ganhou, não havia como desfazer o combinado, Reis não voltam atrás de suas decisões. Meu marido não era um bom rei, era tirano, tirava parte da arrecadação dos impostos e guardava para si, combinava com o padre de ter metade do dízimo em troca de proteção para a igreja e todos os sarcedotes, nenhum súdito gostava de seu reinado e quem contrariava era condenado a forca em praça pública. Ele também não era um bom esposo, saía todas as noites para gastar com bebidas e mulheres, tinha uma mulher por noite ao seu dispor, voltava bêbado e quando não voltava era porque tinha dormindo com a amante fixa dele. Reclamava que eu não o satisfazia, que eu não cuidava bem dos afazeres como senhora da casa e sempre me lembrava que eu era apenas um enfeite obrigatório, pois como rainha eu não podia ter poder nenhum, era muda e surda quanto as decisões reais. Foi em uma noite que tudo aconteceu e desde aquela manhã eu sentia que o dia terminaria de modo trágico. Edgar estava morto em meus braços. Quem poderia ter matado Edgar Hernandez? São tantos inimigos que não cabem na lista os suspeitos. Digo sem medo de parecer cruel, agradeço quem o matou, você me trouxe uma liberdade provisória até chegar o próximo e me tomar como esposa. Nunca pude escolher, mas eu posso dar um novo rumo ao meu destino. Obs: não é fanfic!

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