Uma breve crônica do primeiro Sol

Uma breve crônica do primeiro Sol

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    Capítulos 2
WpMetadataReadConcluída ter, ago 4, 2020
Confiando na centelha de uma inspiração recém descoberta, depositarei luz e escuridão nesta que vos lê. Tal qual Urano amava Gaia, a Lua amava o Sol. Centelhas de um amor ímpeto e suprimido; Sufocado, idealizado, queimado. Ardilosa chama pairava por entre os coágulos da aspiração divina. Afobados, Sol e Lua atraíam-se como astros há milhões de anos luz de distância, um pertencendo ao outro, segredando as mais singelas galáxias estrelares em um olhar. Ela, dona do olhar que cavalga o mundo. Ele, iluminando a pele serena banhada de esplendor e calor. Pois, hei ou não de ser amor, os cosmos os separaram. Almas perdidas entrelaçadas jamais quebradas; Mesmo que obrigadas. A Lua iluminava tua noite e teu doce gotejar ao céu penumbro, tal semelhante a uma luz em uma rachadura. Necessária, toda a atenção envolta de si. O Sol aquecia seu corpo frágil ao escurecer, abraçando-lhe a asa (i)mortal de águia, carregando consigo o ódio e a esperança alojada em um canto sombrio de seu peito.
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