Chiarrá Blackberry, uma jovem de 16 anos, vai a uma excursão escolar para o museu nacional, por mais que morasse em uma pequena ilha, era o museu onde possuía artefatos de vários locais do mundo, principalmente de seu colonizador. "Era" o museu, pois acidentalmente, ao fim do passeio, um incêndio se inicia por um problema nos circuitos elétricos do local e se alastra rapidamente, mas não o suficiente para matar os visitantes e apenas poucas pessoas se prendem lá, mas todas são recuperadas vivas pelos bombeiros, com excessão de Chiarrá. Ao notar o início do incêndio e tentar correr para alguma saída, pedaços das estruturas do museu caem em sua frente e bloqueiam a saída que visava, dando apenas para ir ao porão do museu, e lá ela foi. Ao chegar no porão, no desespero de encontrar alguma forma de sair, vê uma tábua de madeira na parede que estava solta e arranca-a na mesma hora, encontrando um pequeno baú com um nome grafado em baixo e, ao ler o nome, teve certeza de que necessitava levar o baú consigo. Após sair sozinha do museu, sem ferimentos, sua jornada se inicia, e os pesos psicológicos em sua mente também.
As coisas mais encantadoras na vida, não trazem apenas os seus lindos detalhes naturais no pacote mas também o perigo eminente. Ao conhecer Edna, Dério experimenta uma incontrolável avalanche de sentimentos que apesar de toda beleza arrebatadora, tornam-se assustadores ao trazerem consigo os segredos e mistérios tenebrosos escondidos na vida de Edna, ambos serão obrigados a lutar para a sobrevivência daquilo que sentem, pois caso contrário, será o fim de tudo.