E SE EU MORRER

E SE EU MORRER

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WpMetadataReadMatureComplete Sat, Nov 28, 2020
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Fiction
Romance
No piano o som de Bethoven flui, através dos meus dedos... de forma profunda eu entro na música, meus dedos voam pelas teclas enquanto meus olhos estão fechados... Minha mente está em cada nota tocada, até que um som que não sai do piano ecoa pelo local. Eu sei do que se trata, eu sei quem é... Um pai furioso, decepcionado, frustrado... Meu pai! - Como ousa me envergonhar dessa maneira Anya? - meu pai se aproxima de mim, o ódio é nítido em sua face... [...] Quem diria que em um ato impulsivo de rebeldia, minha vida mudaria da água para o vinho, naquele dia meus sonhos foram destruídos. Meu pai me venceu, não posso mais dançar, a música não faz mais parte da minha vida e junto dela, a minha alegria foi embora. Na frente do espelho, removo meus piercings, visto uma saia lápis, com uma blusa social e saltos. Entro no avião e volto para o Internato, tendo como missão terminar meus afazeres e voltar para a empresa, para a minha sala, minha mesa, meu noivo, as responsabilidades de um Albert. E se eu morrer? Talvez essa seja a solução, para o caos que estou vivendo...
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~ Prólogo 1 Dois anos atrás... Dizem que a partir dos 15 anos, o tempo voa. Que você pisca os olhos e já está com os seus 18 anos. Quando eu fiz 15, eu decidi que ia aproveitar o máximo. Eu sabia que quando chegasse aos meus 18 anos não ia ser como qualquer um adolescente imagina. Eu não ia ser independente, não ia morar sozinha logo de cara, não ia sair todo final de semana, enfim... A questão é que minha mãe sempre foi super protetora e as coisas que eu queria fazer ela não deixava. A única solução era fazer escondido. Eu só fazia coisa errada. Coisa que se minha mãe descobrisse ela ia me enfiar em um internato. Vou para as festas escondida, junto com minha melhor amiga Alexis, bebo, fumo, bom, eu não sou um exemplo de boa filha. Minha mãe acha que eu sou, mas ela não sabe muito bem o que acontece na minha vida. Se ela fosse menos protetora, até poderia saber. Maya: Vira logo isso Alexis! - falei enquanto ela tomava coragem de virar um meio copo de tequila Alexis: Vai se foder! - nós rimos Saímos da festa devia ser umas três da manhã. Eu não estava bêbada, só estava um pouquinho alegre. Eu sabia meu limite. Maya: Vou pegar as tintas lá em casa, to afim de fazer uma arte. Alexis assentiu. Ela não iria, tinha medo de ficar de madrugada sóbria na rua. Eu fui pra casa e entrei lá na ponta dos pés. Se minha mãe me visse no estado que eu estou, nossa, nem quero imaginar... Entrei no meu quarto e peguei minha bolsa que já tinha tudo que eu iria usar. Eu estava terminando quando vi luzes de policia vindo de uma rua. Era só o que me faltava, parar na prisão. Deixei minhas coisas ali mesmo e corri pra algum lugar onde eu poderia me esconder. Entrei em um beco escuro e ali fiquei até as luzes se afastarem. Estremeci quando senti uma mão tapando minha boca. Xxx: Se você gritar, juro que te mato aqui mesmo. Meu coração acelerou quando senti suas mãos passando por de baixo da minha blusa. Isso não está acontecendo! [...]

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