Adrian, o Devorador de Olhos

Adrian, o Devorador de Olhos

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"O homem a sua frente não aparentava ter mais que 25 anos de idade, e era muito belo. Olhos enormes e azuis como o céu e pele clara como a neve. Cabelos loiros e lisos, bagunçados como a moda manda nos dias de hoje e uma boca pequena e fina. Um estereótipo imponente em meio à sociedade do século 21. Um corpo de porte atlético, roupas caras de grife e sorriso encantador no rosto. Era difícil resistir a um galanteador nato. E isso tudo somente tornava suas matanças muito mais fáceis. O ser humano se deixa seduzir por aquilo que imagina ser angelical." Adrian, um serial killer, aceita ser entrevistado para contar ao mundo sua história. Seu enredo é doce e cheio de nuances, e sua paixão por olhos se faz presente, uma vez que ficamos capturados pela leitura de suas palavras e pelo pavor do que está por vir.
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Ele não se cansava de olhar para aquele incrível processo orgânico, todas as tardes ele descia no córrego para observar a transformação da matéria. Era incrível para ele perceber como os agentes decompositores trabalhavam rápido, e aos poucos o grande volume ia diminuindo. O cheiro, o som das moscas, o movimento das larvas, davam ao ambiente um clima de paz e tranquilidade que o fazia se sentir bem, mais do que isso, ele se sentia forte, superior a tudo aquilo, pois estava vivo e as larvas não experimentariam o sabor de sua carne tão cedo. Em vários momentos ele teve vontade de rir do estúpido comportamento humano, mas se continha, pois sabia que deveria manter as aparências. Pois, sendo ele uma espécie rara, que não se encaixava nos padrões sociais, sabia que sempre correria risco, então desde pequeno aprendeu a simular o comportamento humano. AVISO IMPORTANTE Esta é uma obra de ficção e não tem compromisso com a realidade, esta obra é destinada a pessoas maiores de 18 anos em pleno gozo de suas faculdades mentais. A língua portuguesa é empregada de forma incorreta propositalmente para proporcionar ao leitor uma imersão maior no mundo real, onde nem todos são alfabetizados. Os fatos relatados pelo protagonista são extremamente cruéis e perturbadores, então, se você for uma pessoa sensível, frágil, religiosa, tiver estômago fraco ou for muito apegada à moral e aos bons costumes, peço que não leia este

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