CUBA • JB

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O jeito como ele me tocava, não me parecia certo. Cada vez que ele chegava perto e me olhava transbordando malícia, eu sentia o meu eu interior vibrar. Mesmo eu sendo a garotinha de que tanto falavam, ele me queria e me via como mulher. Por Deus, deveria ser algum tipo de crime o que ele faz comigo. Não deveria ser normal e eu não podia cair na tentação outra vez. Eu sabia que seu tempo em Cuba era escasso e estratégico e por isso eu me negava a acreditar que tinha deixado ele se aproximar. Seus doces olhos acaramelados eram como brasas ardentes que me chamavam a cada instante. Eu não sabia quanto tempo iria durar ou se sairíamos vivos amanhã, mas eu sabia que ele viria ao meu encontro, pelo menos enquanto ambos corações ainda batessem. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
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-----☆☆☆----- "- Eu não posso te matar, sei disso - o olhar dele se afasta do meu, assim como o cano gelado da arma, que sai da minha testa. Meus pulmões volta a funcionar, e solto um suspirou lento e curto. Mas aí tudo para de novo, quando percebo agora para onde os olhos verdes como esmeraldas do homem estavam. Bem atrás de mim. Assim como a arma, que agora estava na cabeça de outra pessoa. Minhas pernas fraquejam, e a minha visão fica turva com o desespero que veio a seguir. Não podia estar acontecendo. Aquilo era culpa minha. Revezo meus olhos entre os azuis, aquele oceano que eu amava admirar sempre que podia, agora estavam cobertos pelo desespero, medo por mim e por ele, e olho para os verdes, que não continham um pingo de receio sobre as suas atitudes. Tudo nele dizia que ele não estava blefando, principalmente o seu sorriso mórbido diante daquela situação. - Mas acho que seu pai adoraria o corpo dele como presente." -----☆☆☆-----

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