Curando a ansiedade com o minimalismo

Curando a ansiedade com o minimalismo

  • WpView
    Reads 3,389
  • WpVote
    Votes 121
  • WpPart
    Parts 45
WpMetadataReadComplete Fri, Apr 10, 2020
Estamos vivendo na era da internet, do consumismo e do exibicionismo. Pessoas caem nessa emboscada e se matam de trabalhar para mostrar ao próximo sua prosperidade, que muita das vezes é enganosa. Keylla se redescobriu após ter crises sequentes de ansiedade e perceber que a vida é linda vivida na simplicidade, no pouco, no minimalismo. Encontrar sentimento na varanda deitado na rede, nas poesias, nas poucas roupas guardadas, no consumismo consciente, na natureza é a essência da cura da ansiedade. E tem nome! Se chama Minimalismo. . . . Começamos então! Vamos narrar a vida de Keylla, seus traumas, o que a levou a ficar doente e onde encontrou a cura. Também desfrutaremos de incríveis poesias escritas durante esse processo. Preparados? Embarquem nessa!!! . . . * Keylla, desde criança ganhava concursos de redação na escola e em feiras escolares suas escritas eram sempre escolhidas para serem expostas. Sua vida adulta lhe trouxe um certo desequilíbrio e ansiedade no estado emocional, o que a fez mudar seus hábitos de vida e lembrar-se da infância.
All Rights Reserved
#566
poesias
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • The road not taken (among the wildflowers)
  • Recomeços
  • DON'T FORGET ME 【 𝗱𝗿𝗲𝘄 𝘀𝘁𝗮𝗿𝗸𝗲𝘆 】
  • 𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗧𝗲 𝗘𝗻𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗲𝗶.
  • Querido Diário
  • Um Livro Sobre a Porra da Ansiedade
  • •|𝐎 𝐮𝐧𝐢𝐜𝐨 𝐟𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐧ç𝐚|•𝐒𝐮𝐢𝐜𝐢𝐝𝐞
  • ALÍVIO (CLEXA)
  • As Vidas de Um Amor (Degustação)

Depois de quase vinte anos longe, Agatha se vê novamente no caminho de casa que deixou para trás. Partiu como uma jovem cheia de sonhos e agora retorna à beira dos quarenta, carregando frustrações e angústias que jamais imaginou. A morte de Javier Vidal, que sempre foi um pai, a obriga a voltar para a cidadezinha em que crescera, mas o verdadeiro tormento não tem anda a ver com essa perda e sim com os fantasmas do passado, especialmente Rio. Agatha e Rio eram inseparáveis. Cresceram juntas, dividiram tudo e foram o primeiro amor uma da outra, como em um conto de fadas, aquelas histórias em que, ainda na infância, as almas gêmeas se entrelaçam. Mas enquanto Rio amava a vida na fazenda, os cavalos e o aconchego da cidade pequena, Agatha queria o mundo; sonhava com tribunais, livrarias imensas e cidades desconhecidas a serem exploradas. No fim, ela foi embora e Rio ficou. Agora, ao retornar à sua cidade natal, Agatha se vê forçada a encarar não apenas as consequências do que escolheu para si, mas principalmente, daquilo que abriu mão. Rio também mudou. O tempo e a dor a fizeram crescer, ela ficou, mas não é a mesma pessoa. Apesar de compartilharem a cicatriz de um amor que um dia acreditaram ser tudo, nenhuma das duas é mais a mesma pessoa. Elas não se conhecem mais. O que dói mais? O passado que deixamos para trás acreditando num futuro incerto cheio de sonhos e expectativas? O tão esperado presente que se revelou angustiante, sem ter nada do esperado? Ou o peso de olhar nos olhos de alguém e perceber que todo o seu futuro, toda a sua vida, poderia ter sido diferente? A pior parte é que a resposta para todos esses questionamentos se desdobra em outro: como fazer com que tudo seja diferente agora?

More details
WpActionLinkContent Guidelines