Com Muita Dor, Cléo

Com Muita Dor, Cléo

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WpMetadataReadTamamlanmış Hikaye Pzt, Eyl 22, 2025
Para Cléo, a pior coisa que existe é ver as pessoas que mais ama duvidar de seu caráter, e isso acontece quando ela mais precisa, no momento em que ela se sentia fraca, sozinha, despedaçada, abandonada. Cléo nunca iria tirar aquelas imagens da cabeça, não iria superar. Jamais imaginou que um dia passaria por tanto sofrimento. Ela só queria acabar de uma vez por todas com aquela dor insuportável e dilacerante. Não aguentava deitar em seu travesseiro e ter que imaginar como seu coração doía. Se sentia suja, imunda. Seu mundo havia acabado. E ela imaginou que não faria falta para ninguém, já que estava abandonada. ninguém iria ligar para a difícil decisão que ela iria tomar. Ou pelo menos era isso que ela pensava. "Eu poderia escrever com amor, mas eu não estaria sendo totalmente sincera. Não que eu não sinta amor, mas a dor é bem maior e mais forte. Tão grande, que meu coração não aguenta mais. - Com muita dor, Cléo." 1° livro da série Cartas de Cléo.
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Escrevi cartas quando não havia mais ninguém para ouvir. Escrevi porque doía demais guardar tudo só pra mim. Escrevi para o amor que partiu, para o que não chegou, para o que nunca existiu de verdade... e, acima de tudo, escrevi para o amor que um dia fui capaz de sentir - mesmo quando não havia retorno. O amor que, no fim de tudo, sempre esteve em mim. Entre páginas não lidas e amores não correspondidos, nasce um livro feito de confissões, saudades e silêncios. Cartas de um amor desconhecido: todas as vezes que escrevi para o amor, reúne cartas reais escritas por alguém que amou com toda a alma, mesmo quando o outro já não estava mais lá. Não são cartas para serem respondidas - são desabafos de quem sobreviveu à ausência e transformou a dor em palavra. Se você já amou alguém ao ponto de se perder, talvez se reconheça aqui. E, se ainda não se encontrou, talvez essas cartas possam te guiar de volta porque, às vezes, a gente só precisa escrever para continuar existindo.

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