Horizonte esquecido...

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    LẦN ĐỌC 116
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    Chương 2
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WpMetadataNoticeĐăng tải lần cuối CN, thg 8 25, 2019
É como se um vasto pedacinho daquele mundo nos mudasse por completo. A brisa era suave e transmitia a sensação novamente ao meu coração, como se um doce canção cantasse ao meu refrão. Não importava o quanto eu estivesse distante ou perto, ela irá sempre me seguir. O vento suave e poderoso que me dava forças para que eu enfrentastes o mal que habitava naquele lugar, as folhas secas e meio úmidas a tocarem suavemente minha pele meio clara me diziam que ficaria tudo bem. Que aquilo que eu presenciava era apenas um começo. Do que adianta eu ir com eles se nem ao menos sem nem confiança eu tenho neles, de onde eles vieram e de que origem pertencem. Só tenho poucas memórias de ti; Óh! amada mãe misteriosa, que nunca conheci. Elrond tinha a razão, de que não se deve se engana-se com o mundo de primeira vista, caso contrário tu se perdes para toda vida. Apenas o tempo em que me encontro me dirá. E com isso, irei fazer dele valer a pena... Irei lhe encontrar Elrond e por fim. Trazer a paz que tanto ele queria...
Bảo Lưu Mọi Quyền
#3
aragorn
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Diz-se, entre os que ainda se lembram dos dias antigos, que há uma mulher que caminha entre os povos da Terra-média, invisível aos olhos da maioria, mas temida pelos que conhecem os segredos do mundo. Seu nome é Malvina Elizabeth de Ávilan, e há milênios ela carrega sobre os ombros o fardo de uma maldição que não escolheu, imposta pela Rainha das Bruxas, Belial, cuja sombra se perdeu nos confins do tempo. Sua figura é envolta em trajes negros, tão silenciosa quanto a noite profunda, e seus cabelos, escuros como as raízes das montanhas, caem lisos até os cotovelos, ocultando-lhe parte do rosto pálido e impenetrável. Os olhos, grandes e negros, guardam o peso de eras incontáveis, e nela repousa a memória de impérios que há muito jazem sob as ruínas cobertas de musgo. Quando o reinado dos Homens se fortaleceu e os Portadores do Anel celebraram a paz em Minas Tirith, foi então que Malvina, cansada do peso da eternidade, buscou conselho com aquele que, entre os sábios, poucos igualavam: Mithrandir. E assim lhe foi dito que não partisse ainda para as Terras Imortais, pois o mundo, frágil como é, ainda precisava da lâmina e do olhar da última caçadora de bruxas. Guiada então por um desígnio incerto, ela cruzou as florestas até os domínios do rei élfico, Thranduil, senhor das cavernas de pedra e das copas eternas, cujo coração, diziam, era tão frio quanto os invernos do Norte. Mas quem poderá prever os desígnios do tempo e dos corações imortais? Assim se inicia uma história que talvez nem os próprios elfos se atrevam a contar, feita de silêncios, de sombras e, quem sabe, de algo que Malvina e Thranduil jamais conheceram - ou nunca ousariam permitir: amor.

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