Obra do destino

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Dec 22, 2020
Quando as coisas estão destinadas a acontecer, não importa mais nada, não importam nossos pensamentos, nossas atitudes, nossas mudanças, o tempo que passe, no fim, o destino se concretiza, então por que tentar enganar o destino? Pedro Henrique e Mariana nasceram destinados um para o outro, seus pais são grandes amigos e sócios, desde pequenos cresceram juntos, se apaixonaram ainda jovens demais e tentaram fugir desse sentimento, desde então, o relacionamento dos dois tem passado por altos e baixos mas não podemos enganar o destino, porém, o que está escrito no destino deles? O que a vida os reserva? Eles realmente nasceram pra ficar juntos? Essa estória é de minha autoria e 100% imaginaria, exceto por lugares, marcas... qualquer semelhança com a realidade, é mera conhecidência.
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Clarice odiar o amor não faz com que ela nunca mais sinta o amor novamente, só faz com que ela se afaste, se afunde mais ao vazio e a solidão. O amor é algo sem definição, é raso, passar anos procurando alguém só mostrou o quanto, para ela, amar era prejudicial à sua saúde mental. E de fato era, mesmo que ela escrevesse sobre um sentimento que nunca sentiu de verdade, foi prejudicial à sua mente, à sua forma de pensar e agir, criando conflitos e até sentimentos e entes paralelos. Ás vezes nos encontramos a beira de algo tão intenso, tão forte, que não sabemos como reagir. Correr, aproximar, se deixar levar, ou se afastar aos poucos? É como estar prestes a se jogar no oceano, cheio de mistérios que nunca se quer experimentamos, mas que parece nos chamar cada vez para mais perto. E a gente vai, se aproxima devagar, num misto de excitação e receio, com passos lentos e medrosos, mas vamos mesmo sabendo que, se a correnteza nos puxar, não haverá mais volta. "Eu me pergunto se minha mente apenas deixa de fora todas as partes ruins, eu sei que não fazíamos e nunca faremos sentido."

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