Sonhos do Sono da Morte

Sonhos do Sono da Morte

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WpMetadataNoticeÚltima publicación sáb, sep 14, 2019
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Ficción
Paranormal
O que aconteceria se apenas pudesses sonhar no sono da morte? E se os recantos mais obscuros da imaginação de alguém pintassem o nosso mundo com o tom do perigo? A linha que separa as nossas mentes caóticas da realidade é mais ténue do que somos levados a crer. A vida de Crystal Gray vira do avesso após a perda da sua irmã, Eleanor, para os perigos dos demónios de William Shakespeare. As suas famosas histórias de amores proibidos e vingança não são meras palavras em papel, elas pintam as nossas almas com malícia em vez de deleite. Quando Crystal conhece Cameron Sinclair, um belo viajante do Tempo que aterrou em Londres, encontra a oportunidade de resgatar a irmã das garras da Morte. Será ela capaz de se tornar mais do que o reflexo pálido da irmã mais velha ou os perigos do clube de leitura secreto da Madame Wellington antecipar-se-ão a engolir o mundo numa dose da imaginação de Shakespeare tornada real? versão em inglês em @Shakespeare455 (novos capítulos todas as 4ª feiras)
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Depois de quase vinte anos longe, Agatha se vê novamente no caminho de casa que deixou para trás. Partiu como uma jovem cheia de sonhos e agora retorna à beira dos quarenta, carregando frustrações e angústias que jamais imaginou. A morte de Javier Vidal, que sempre foi um pai, a obriga a voltar para a cidadezinha em que crescera, mas o verdadeiro tormento não tem anda a ver com essa perda e sim com os fantasmas do passado, especialmente Rio. Agatha e Rio eram inseparáveis. Cresceram juntas, dividiram tudo e foram o primeiro amor uma da outra, como em um conto de fadas, aquelas histórias em que, ainda na infância, as almas gêmeas se entrelaçam. Mas enquanto Rio amava a vida na fazenda, os cavalos e o aconchego da cidade pequena, Agatha queria o mundo; sonhava com tribunais, livrarias imensas e cidades desconhecidas a serem exploradas. No fim, ela foi embora e Rio ficou. Agora, ao retornar à sua cidade natal, Agatha se vê forçada a encarar não apenas as consequências do que escolheu para si, mas principalmente, daquilo que abriu mão. Rio também mudou. O tempo e a dor a fizeram crescer, ela ficou, mas não é a mesma pessoa. Apesar de compartilharem a cicatriz de um amor que um dia acreditaram ser tudo, nenhuma das duas é mais a mesma pessoa. Elas não se conhecem mais. O que dói mais? O passado que deixamos para trás acreditando num futuro incerto cheio de sonhos e expectativas? O tão esperado presente que se revelou angustiante, sem ter nada do esperado? Ou o peso de olhar nos olhos de alguém e perceber que todo o seu futuro, toda a sua vida, poderia ter sido diferente? A pior parte é que a resposta para todos esses questionamentos se desdobra em outro: como fazer com que tudo seja diferente agora?

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