Salve-me (G-Dragon)

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Aug 30, 2019
Ele sempre estava a observando, há pelo menos três dias. Seu sorriso era tão radiante quanto um raio de sol, seu olhar transmitia pureza e determinação. Ele queria se aproximar, mas havia medo. Medo de que sua escuridão acaba-se apagando o lindo brilho que ela demonstrava, e tinha, mas havia esperança, que luz dela brilha-se fortemente para que ele pudesse se libertar, da enorme escuridão que o prendia. Ela queria um mundo melhor, buscando sempre encontrar o lado puro das pessoas. Mesmo em uma situação "precária", estava buscando ajudar as pessoas. A felicidade era algo que ela sempre levava consigo. Muitos diziam que ela era como um grande raio de sol, trazendo a esperança. Um homem que a escuridão o domina, tendo um morro e vários outros tipos de negócios ilícitos, mesmo podendo ter uma grande carreira em seu país de origem, decidiu sair junto com seu grupo, por motivos desconhecidos. Ela, uma garota que viveu sempre ao lado de sua avó até a sua morte aos seus 17(dezessete) anos, um ano depois viu o lugar que crescera ser tomado por pessoas totalmente desconhecidas e sem piedade, menos dois de seus amigos, que sempre estavam a ajudando como podiam. "Talvez, eu esteja sedento por sua luz." Capa feita por um anjo que não quis se identificar, mas agradeço do fundo do meu coração.
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Higanbana

Ele me olhava como se tivesse acabado de me caçar - os olhos escuros cravados em mim, sedentos, enquanto o uísque girava lento no copo, como o sangue ainda fresco no chão entre nós. Sua respiração era densa, febril, quase tão quente quanto a vida que acabáramos de arrancar. O cheiro metálico da morte se misturava ao perfume da sua pele, e eu... eu não conseguia respirar sem ele. Ele era meu medo e minha redenção. Minha sentença e minha salvação. Estar ao seu lado era como cair num abismo e desejar que ele nunca tivesse fim. Eu me agarrava a ele como quem se afoga na própria insanidade - e ainda assim implora por mais. Ele me matou antes de qualquer outro. Quando me olhou daquele jeito. Quando sussurrou meu nome com aquela voz rouca, carregada de vício e poder. Eu não tinha mais corpo, nem alma. Só vontade. Vontade de tê-lo. De me perder inteiro nele. O mundo morreu no instante em que o sangue respingou nas nossas mãos. E ali, entre a morte e o desejo, eu soube: eu precisava dele mais do que da droga, mais do que do ar. Se ele me deixasse, eu não sobreviveria nem à próxima batida do meu coração. E ele sabia. E sorria. Porque ele também precisava de mim. Doentio. Louco. Viciado. Meu.

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