A tristeza de quem vê

A tristeza de quem vê

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Dec 1, 2019
O livro "A tristeza de quem vê " surgiu durante uma (das muitas) crises de ansiedade que tenho. Já se perguntaram o peso que uma citação pode ter? Toda reflexão acerca de uma simples frase? Então, foi pensando nisso que surgiu a ideia de fazer meus desabafos, sempre encima de citações famosas (ou não). No meio do turbilhão de coisas que me encontro, eu precisava desabafar de alguma forma. Precisava colocar pra fora tudo que estava engasgado e não podia e tampouco conseguia dizer. E a forma que encontrei para tentar transcrever meus medos, anseios, inseguranças, questionamentos, um pouco da loucura que sempre foram meus pensamentos em forma de singelas palavras. É o jeito que busco para tentar entender a minha loucura. Esse livro contém os meus sentimentos, a minha ótica sobre determinados assuntos, são as minhas crises existenciais e paranóias mas que podem serem as suas. Talvez, estejamos todos meio perdidos nesse mundo, em busca de um sentido, de algo concreto que nos fez chegar até aqui. Se você está lendo esse livro, é porque você quer tentar entender o mundo da perspectiva de uma garota qualquer, que está no auge da sua pequena confusão mental, que não é escritora mas ama escrever; que com certeza passa as mesmas coisas que muitos de vocês passam. Vamos juntos buscar um sentido para essa confusão chamada vida.
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Contos

Histórias esquecidas no fundo da gaveta. Fantasmas atrás do armário da cozinha. Monstros que se escondem debaixo da cama. Mas e se os verdadeiros monstros fossem invisíveis, escondidos nas entrelinhas do mundo que construímos? Este livro é um baú de segredos, onde cada conto é uma chave para abrir portas que muitos preferem manter fechadas. São narrativas que flutuam entre o amor e a perda, entre o que foi soterrado pelo tempo e o que ainda grita por ser ouvido. Aqui, o luto dança com a memória, a natureza sussurra sua dor em rios sufocados, e corações partidos batem mais forte do que o medo. São histórias que não se contentam em apenas existir - elas cutucam, questionam, desmontam. Falam de violências veladas, de amores que não morrem, de mundos que precisam ser salvos. Mas não espere respostas fáceis; este livro é um espelho, e o que você vê nele depende do que carrega dentro de si. Contos contados, contos rasgados, contos molhados. Cada palavra é um convite para sentir, refletir e, talvez, mudar. Porque, no fim, todos temos algo escondido no fundo da gaveta - e talvez seja hora de tirá-lo dali, à luz do dia, para que ele não nos devore por dentro.

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