Alas Encerradas

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WpMetadataNoticeDernière publication sam., janv. 2, 2021
Hace 7 años estoy en este lugar. Donde las personas juegan con nuestro ADN y lo modifican a su antojo, como si fuéramos juguetes desechables porque cuando alguien no soporta el proceso es muy fácil encontrar suplente para él y todo esto por ser especiales, estoy en un lugar del cual nadie puede escapar y quien ose hacerlo termina desaparecido, para no decir muerto. De seguro se preguntan cómo las autoridades permiten esta atrocidad en contra nuestra todo esto se debe a la persona encargada del edificio ya que él tiene mucha influencia y aliados poderos interesados en los avances de dichos experimentos. Después de tantos años de encierro solo tengo una meta, saldré de aquí por todos a los que he amado y perdido, por los que murieron en el intento, lo lograre y les demostrarles a esos imbéciles con quien se han metido. Soy Erika Martínez y seré la primera en escapar de este maldito lugar.
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erika
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Dizem que o amor não se controla, mas até onde ele pode ir antes de se tornar destruição? Amar dois irmãos é viver em uma prisão invisível, onde cada batida é tortura, cada sorriso roubado é culpa, cada abraço desejado é pecado. E ainda assim, o coração insiste, insinua, chama... mesmo sabendo que a linha entre paixão e destruição se estreita a cada segundo. É possível dividir o amor sem se perder? É possível sentir inteiro quando se ama alguém e ao mesmo tempo deseja outro? E quando esses amores estão ligados por sangue, história e memória, como decidir quem deve ocupar seu mundo, e quem deve ser apenas lembrança de um sentimento impossível? Escolher se torna um ato de crueldade. Cada decisão é um corte profundo, cada silêncio pesa mais que mil palavras. O amor não pergunta se é certo ou errado, ele apenas exige, arrasta e consome. E amar dois irmãos é desafiar todas as regras invisíveis, é desafiar a própria moralidade do coração, é viver sabendo que nenhum caminho será livre de dor. O coração, então, se transforma em campo de batalha. Desejo contra razão, paixão contra culpa, amor contra impossibilidade. Cada beijo negado é morte lenta; cada sorriso compartilhado é condenação silenciosa. Amar assim é aprender que o impossível existe - e que os limites que julgamos firmes podem ser destruídos por uma única faísca de sentimento. E no fim, resta apenas a pergunta que ninguém ousa responder: será que o coração pode mesmo amar duas pessoas ao mesmo tempo, quando a própria vida insiste que isso não deveria existir? Ou será que o amor, na sua essência mais brutal, não conhece regras, nem limites... e apenas queima, sem pedir licença, sem se importar com quem será destruído?

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