o garçom do meu café

o garçom do meu café

  • WpView
    Reads 220
  • WpVote
    Votes 19
  • WpPart
    Parts 6
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Thu, Jan 16, 2020
bom n sou boa com isso mais ... (talvez haja erros de cartografia ou pontuação errada ou falta dela) meu nome é Bianca clark, moro em nova York. sou médica ,cirurgiã cardíaca para ser mais exata ( acabei de terminar a faculdade então n tenho experiência ainda) e apaixonada por livros . todo dia ,no mesmo horário,vou a uma cafeteria q fica perto do hospital aonde trabalho para ler lá , me sento na mesma mesa , peço sempre a mesma coisa , e é sempre o mesmo rapaz q me atende, ele n fala muito comigo ,até q um certo dia ele se senta ao meu lado e isso muda...
All Rights Reserved
#8
rromance
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • apenas (sobre)vivendo
  • Dona do morro
  • Coming home
  • VISITA ÍNTIMA
  • Era Uma Vez - Retorno
  • Visita Íntima
  • More than friends
  • amar pode ser perigoso                 arlequina e Coringa
  • Calzona - True love

Acredito que a vida deveria ser mais do que apenas sobreviver, que se encontramos uma razão para sorrir, não deveríamos chorar. Acho que existe um propósito. Não acho que fomos enviados por Deus para seguirmos uma rotina. Não se, realmente, existe um Deus lá em cima, mas, de al-guma forma nosso cérebro nos predestina a agir, nos obriga a pensar, a decidir. Construindo uma vida, uma vida repleta de escolhas, às vezes boas, outras vezes ruins. Vivo em um apartamento simples, ao lado do hospital. Não me casei. Não estou em um relaciona-mento ainda. Passo a maior parte do tempo no hospital. Vira e mexe encontro meus amigos da an-tiga escola, que sempre me cumprimentam com a mesma expressão: "quem te viu, quem te vê". Não desminto. Admito que, no momento em que decidi me tornar cirurgiã, de certa forma, parei de viver, deixando festas e bebedeiras para trás e me foquei em sobreviver a faculdade. Em meus raros tempos livres, permito-me viajar no tempo. Lembrando-me de meus 16/17 anos, onde festas e bebedeiras eram presentes. Relembro de quando passei para a faculdade, caralho, aquela noite foi louca, vagas lembranças de doses de tequila e meninos me veem a cabeça. Lembrei-me de quando peguei meu diploma, da primeira cirurgia, fazia tempo. Minha mente foi invadida pelas lembranças da residência, onde perdi meu primeiro paciente. Um menino pequeno, 6 anos, traumatismo craniano, hemorragia subdural devido ao trauma, não podíamos fazer nada para ajuda-lo. Sofri a perda, mas me apaixonei pela profissão, o que fez com que eu me tornasse neurocirurgia pediatra. Meu despertador tocou de uma forma irritante, me despertando de minhas memorias e me levou a pensar, eu estou apenas sobrevivendo ou estou realmente viva?

More details
WpActionLinkContent Guidelines