Valazia (não finalizada)

Valazia (não finalizada)

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WpMetadataNoticeLast published срд, мар. 18, 2020
"Há muito tempo que eu não sabia mais o que acontecia em Valazia, tudo o que me restava eram as lembranças que tinha de antes de deixar o país para trás. Era só eu e meu pai vivendo em uma cabana dentro da floresta, não era tão ruim quanto estão pensando, não me importava em passar o tempo sozinha, só me dava mais tempo para aprender a lidar com a mágica que possuia. Foi um dos motivos por deixarmos Valazia para trás. Normalmente as asas dos Valazianos eram cinzas, azuladas ou amareladas, com exeção de um menino que tinha asas pretas enormes, eu nunca o vi, talvez era apenas um boato, mas sempre tive curiosidade para saber se eram tão escuras quanto o céu à noite como diziam ser. Minha família nunca me deixou sair de casa sem que eu escondesse as minhas, tinham medo do que o príncipe faria se soubesse que eu tinha asas diferentes e estavam certos de sentir medo."
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~ Prólogo 1 Dois anos atrás... Dizem que a partir dos 15 anos, o tempo voa. Que você pisca os olhos e já está com os seus 18 anos. Quando eu fiz 15, eu decidi que ia aproveitar o máximo. Eu sabia que quando chegasse aos meus 18 anos não ia ser como qualquer um adolescente imagina. Eu não ia ser independente, não ia morar sozinha logo de cara, não ia sair todo final de semana, enfim... A questão é que minha mãe sempre foi super protetora e as coisas que eu queria fazer ela não deixava. A única solução era fazer escondido. Eu só fazia coisa errada. Coisa que se minha mãe descobrisse ela ia me enfiar em um internato. Vou para as festas escondida, junto com minha melhor amiga Alexis, bebo, fumo, bom, eu não sou um exemplo de boa filha. Minha mãe acha que eu sou, mas ela não sabe muito bem o que acontece na minha vida. Se ela fosse menos protetora, até poderia saber. Maya: Vira logo isso Alexis! - falei enquanto ela tomava coragem de virar um meio copo de tequila Alexis: Vai se foder! - nós rimos Saímos da festa devia ser umas três da manhã. Eu não estava bêbada, só estava um pouquinho alegre. Eu sabia meu limite. Maya: Vou pegar as tintas lá em casa, to afim de fazer uma arte. Alexis assentiu. Ela não iria, tinha medo de ficar de madrugada sóbria na rua. Eu fui pra casa e entrei lá na ponta dos pés. Se minha mãe me visse no estado que eu estou, nossa, nem quero imaginar... Entrei no meu quarto e peguei minha bolsa que já tinha tudo que eu iria usar. Eu estava terminando quando vi luzes de policia vindo de uma rua. Era só o que me faltava, parar na prisão. Deixei minhas coisas ali mesmo e corri pra algum lugar onde eu poderia me esconder. Entrei em um beco escuro e ali fiquei até as luzes se afastarem. Estremeci quando senti uma mão tapando minha boca. Xxx: Se você gritar, juro que te mato aqui mesmo. Meu coração acelerou quando senti suas mãos passando por de baixo da minha blusa. Isso não está acontecendo! [...]

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