Mesoceângia: A Queda De Finge

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Jan 4, 2020
-------------------------------------------------- Um último bombardeio assola a cidade de Finge. Escombros das casas se dissipam aos céus enquanto gingantescos edifícios se desfazem em ruínas. Corpos explodem e gostas de sangue tingem toda Finge com um assombroso vermelho carmesim. Não havia sequer um ser vivo naquela cidade. Não mais. Exceto três irmãos que, às portas da cidade, juravam vingança ao Império. --------------------------------------------------
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[Obra concluída ✔] Há 980 anos, Arthora, um dos Sete principais Reinos, foi escravizado. Gaëlle Provence é descendente dos escravos, e esteve nos campos de escravidão quando era uma bebê, até que seu irmão, Hale Provence, fugiu com ela para evitar sua morte. Agora, Gaëlle é uma dos três únicos arthorianos que não estão mais dentro da cerca. Porém não há mais esperança. Estão todos cansados, sobrecarregados, angustiados, e sem nenhum fio da doce e bela esperança. Gaëlle vivia uma vida miserável nas ruas de Uxtan, um dos Sete Reinos, onde tinha que se preocupar com o irmão mais velho adoecido e ainda garantir que não fosse achada pelas pessoas que lhe causaram os maiores traumas da sua vida. A menina tinha medo de ser humilhada e escravizada de novo, e muitas vezes compartilhava seus sentimentos com o irmão. Até que o mesmo a avisa que as coisas estão prestes a mudar da água para o vinho - literalmente! Em um dia, os irmãos Provence viviam dentro de um pequeno quarto em um dos museus de Uxtan, no outro, andavam pelas terras de Arthora, um lugar enigmático e muito, muito bonito... que ainda está escravizado. Depois de seu irmão ser levado, Gaëlle encontra-se em uma encruzilhada, entre aceitar o pedido de um príncipe cruel ou viver tomada pela culpa e ódio. Mal sabe ela, que seus propósitos em Arthora são muito maiores do que imagina, principalmente se um desses for libertar um reino da escravidão. "Há uma infinidade de coisas que você pode fazer em Arthora. Há outra infinidade de coisas que você é capaz de fazer apenas por ser arthoriano. Mas há apenas uma coisa que não pude fazer sozinha. Nadar quando meu barco afundou." PLÁGIO É CRIME. Copyright © 2021 by Esther Cartier. Última edição em [2023]

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