Oblívio - Desventuras de Ouro e Prata

Oblívio - Desventuras de Ouro e Prata

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Jan 27, 2020
Num continente em eminência de guerra, Eli corre perigo após incitar o Clã das Deusas a iniciar uma caça às Bruxas. Amaldiçoado pela própria esposa, o bruxo transfigurador acorda numa floresta remota esquecido, perdido e despido, e percebe que seus poderes não estão a funcionar como deveriam - não consegue controlar quando a transfiguração ocorre, nem em quem se transforma. Para se salvar, resta a Eli descobrir o que realmente aconteceu consigo, achar um caminho de volta para casa e reencontrar seu poder. Essa história se passa num mundo fantástico onde bestas, criaturas, bruxos, magos, amazonas, valquírias e deuses vivem em constante conflito. Não há espaço para trégua, pois a calmaria é sinal de tempestade. ✧ .*・。゚ Essa é a primeira narrativa que publico aqui, e o seu desenvolvimento se influenciou por algumas histórias que tenho tido contato nos últimos anos - como The Witcher, Crônicas de Gelo e Fogo e Seven Deadly Sins -, bem como em alguns dos meus adorados livros favoritos da pré-adolescência. Minha eu adulta se uniu à minha eu de doze anos, e quero saber onde isso vai dar. Eu queria escrever algo que não focasse numa única cultura, então ao longo da história existirão referências de mitologias e culturas diferentes - inuíte, nórdica, indiana, chinesa, latino-americana e por aí vai. Quero aprender escrevendo essa narrativa. Espero que gostem. .*・。゚✧
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Demetri tinha apenas um pensamento: Ser fiel a si mesmo era tudo que lhe restava dentro de um castelo tão frio. A fidelidade a si o mantinha fiel aos Volturi, no início, por sua própria sobrevivência, depois, pelos laços de amizade que criou. Mas algo ainda faltava em si. Em mil anos, nunca havia sentido algo que o fizesse sentir-se ainda vivo. Por vezes via a si mesmo como apenas uma estátua ambulante, algo sem motivos para lutar além de um grande nome, o qual nem era seu. Até que a viu. E, então, entendeu a razão de sua existência. Ela. Anastácia era, de forma eufemista, problemática. Agradecia por nascer nos anos 2000, pois alguns séculos mais cedo seria levada à fogueira, acusada de bruxaria. Ainda assim, crescer numa família religiosa trouxe problemas. As suas dores de cabeça, suas imagens estranhas, eram vistas como o demônio em seu corpo, o que já lhe causara algumas sessões de exorcismo com um padre, amigo antigo de sua avó - que a detestava. Exausta, Anastácia aproveitou uma oportunidade de fugir e assim o fez, aos 14 anos. Jamais pensara que aos 15 encontraria aquilo que a avó teria certeza que eram demônios, mas quando ela realmente o viu pela primeira vez, achou que se parecia mais com um anjo. Com o seu anjo. 🥉 #caiusvolturi 31/10/2023

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