DEAR SASAENG

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Jan 19, 2020
A Jovem Kang Seulgi possuía um sonho de ser reconhecida pelo seu talento perante de seu país inteiro, desde muito nova apresentava aptidões para se tornar uma excelente artista na indústria, depois de uma audição mudar sua vida, passou a treinar numa das maiores empresas de entretenimento musical, a SM entertainment, desde então sua fama fora crescendo de vento em polpa, alcançando seu tão reconhecimento artístico e admiração pelo país em que nasceu. Se tornando um dos maiores ícones da atualidade. Mas tudo isso tinha um preço... muito caro a ser pago e perigoso. Logo após conhecer uma misteriosa pessoa que se passaria de uma "fã" que lhe amava muito, até mais que qualquer um... tornou-se sua existência em uma completa loucura, a regra para se manter no controle era clara: "Não se alimentam monstros, não se pode dar falsas esperanças." Amar demais é considerado crime? A obsessão por alguém tem limites? Até que ponto você pode invadir a privacidade de quem ama? Não adianta tentar fugir, não adianta correr... ela sempre vai estar com você. Até onde você vai... por "𝙖𝙢𝙤𝙧"? [ AVISOS IMPORTANTES.] - Romance obsessivo (+18) - História de autoria própria/ Todos os diretos reservados © [PLÁGIO É CRIME] - Seulgi Tops - Short Fic
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Irene Bae fazia um esforço real para ser a cria perfeita que todos os fiéis de sua igreja desejavam ter. Filha única de uma mãe divorciada, Irene fazia de tudo para sair por cima dos maus olhares que ambas recebiam. Tinha seus valores e normas morais que seguia a risca, e, como aliada, sua vizinha e melhor amiga de anos, Yerim Kim. Eram como as duas cavaleiras da moral e dos bons costumes, no São Leopoldo, uma escola que fazia muito bem o papel de expôr sem qualquer ressalva o que havia de pior nos tempos modernos: adolescentes inúteis, drogados, pais precoces e, cruzes, homossexuais. Irene tinha seu próprio nêmesis. Sentia um calafrio subindo pela espinha só de se lembrar da figura. Não é como se Irene não soubesse pronunciar Seulgi Kang adequadamente, talvez falasse mais certo até que a própria dona do nome, mas tinha um ranço inexplicável por aquela garota, mais do que o comumente direcionado por Irene àquela "tribo". Bem, eram quase tribais, mesmo. E Irene jurava de pé junto que aqueles olhinhos existiam para lhe desafiar, atiçar, perturbar, ou qualquer sinônimo possível. Em resumo, para Irene Bae, a garota era quase a representação do tinhoso em plano terreno, motivo pelo qual parecia que tudo dava errado em sua vida. Todas essas desgraças a faziam odiar ainda mais profundamente Seulgi Kang. Capa por @Lobertor. História também postada no meu perfil do Spirit (DanshinQueen).

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