Amor a Primeira Crise

Amor a Primeira Crise

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Apr 5, 2026
»»»Primeiro livro da trilogia««« Costumava ter medo do oceano porque quase todos os dias eu me afogava nele, o meu oceano particular. Era sempre tão profundo, frio, escuro e meus pés nunca conseguiam alcançar o fundo dele, mas podia ver a luz bem acima de mim, conseguia ouvir de longe uma voz me chamando tentava alcançar esticando os braços, aquilo era só o que eu podia fazer, afinal, eu não sabia nadar. Mas em meio toda aquela escuridão surgia uma mão e era sempre ela que me alcançava, todas às vezes que sai do meio do oceano foi segurando-a. Sabia que mais cedo ou mais tarde teria que sair de lá sozinho, não podia continuar esperando que todas às vezes ela fosse me salvar, eu precisava aprender a nadar, tinha de soltar aquela mão e alcançar a luz, porque ela era a minha salvação. E se tem algo que eu aprendi ao longo dos anos: é que não podemos esperar que alguém nos tire do fundo. Então, nade. Primeira postagem 17/01/2020. Última postagem 15/05/2020.
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O passado tem uma forma cruel de nos encontrar, mesmo quando passamos anos fugindo dele. Maya sempre acreditou que poderia seguir em frente. Construiu uma vida distante, ergueu paredes ao redor do coração e convenceu-se de que algumas histórias precisam ficar enterradas. Contudo bastou um instante, uma imagem roubada do tempo, para que tudo desmoronasse: Chloe vestida de noiva. O sorriso em seus lábios era perfeito. Mas os olhos, Deus, os olhos... azuis como o oceano, cheios de promessas não cumpridas, carregavam um silêncio que só Maya poderia entender. O que teria acontecido se tivesse ficado? Se tivesse escolhido o amor ao invés do medo? Se não tivesse destruído o único lugar onde já se sentiu em casa? Agora, dez anos depois, Maya retorna à Austrália, ao mar que um dia a libertou e à cidade que guarda os destroços de quem um dia foi. Mas Chloe não é mais a mesma garota que costumava correr pela praia de Gold Coast, e o tempo, esse cruel escultor do destino, não tem piedade de corações que hesitam. Entre memórias salgadas e verdades sufocadas, Maya precisará encarar as ondas do passado e responder à pergunta que a assombra desde o dia em que partiu: Será que ainda há tempo para reescrever uma história que nunca terminou?

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