Amor a Primeira Crise

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WpMetadataNoticeÚltima publicación dom, abr 5, 2026
»»»Primeiro livro da trilogia««« Costumava ter medo do oceano porque quase todos os dias eu me afogava nele, o meu oceano particular. Era sempre tão profundo, frio, escuro e meus pés nunca conseguiam alcançar o fundo dele, mas podia ver a luz bem acima de mim, conseguia ouvir de longe uma voz me chamando tentava alcançar esticando os braços, aquilo era só o que eu podia fazer, afinal, eu não sabia nadar. Mas em meio toda aquela escuridão surgia uma mão e era sempre ela que me alcançava, todas às vezes que sai do meio do oceano foi segurando-a. Sabia que mais cedo ou mais tarde teria que sair de lá sozinho, não podia continuar esperando que todas às vezes ela fosse me salvar, eu precisava aprender a nadar, tinha de soltar aquela mão e alcançar a luz, porque ela era a minha salvação. E se tem algo que eu aprendi ao longo dos anos: é que não podemos esperar que alguém nos tire do fundo. Então, nade. Primeira postagem 17/01/2020. Última postagem 15/05/2020.
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Jack Smith. Odeio o amor, talvez, mas apenas talvez, por ter amado demais e nunca ter sentido uma gota desse oceano de sentimento. Sou um estilhaço de cacos demasiado quebrados para serem reconstruídos, sou as ondas violentas, a maré zangada, a trovoada quando rompe em meio à chuva, eu sou o próprio caos, sempre o fui, mesmo quando desejei ser a calmaria. Amar? Qual é o sentido do amor? Eu prefiro o ódio, eu convivo com a raiva, o que eu poderia querer mais? Não há salvação para quem se encontra perdido, não há risco de amar quando não nos aproximamos, eu sou a personificação de escuridão. É de uma profundidade imensa, não há luz que me salve, não há mão que me puxe, é apenas o fundo, mesmo que ele nem exista. Estou perdido nesta luta contra os meus demónios. Sempre me senti sozinho, qual é o sentido de termos alguém para nos acompanhar se acabamos sempre a ter de caminhar assim, passo a passo, num jogo de sobrevivência, onde raramente ganhamos e perdemos tudo o que temos? A vida é cruel, meus caros. É muito mais do que viver, é sobre uma luta constante diária contra nós próprios, uma batalha perdida, uma vitória que nunca virá. Não há escapatória possível, não há final feliz, isto não é um filme, ou um maldito clichê. Isto é a vida real, e eu apenas levei o caos que sou a todos aqueles que me rodearam, até mesmo a ela. Nunca fui amado por ninguém, até ela entrar no meu caminho, e eu poder ver de perto o que dizem ser o amor. No fim, todos nós temos o coração quebrado, sem exceções, seja qual for o motivo. A nossa história não foi diferente, mas posso chamá-la de especial, porque ela foi muito bela. (OBRA COMPLETA) Classificações: #1 em escuridão #51 em teenfiction #142 em demónios #11 em saudade #9 sarcasmo #153 em sofrimento #6 em perdido #279 em romanceadolescente #454 em badboy #102 em rivalidades

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