Momentos reimaginados entre Klaus e Hayley ao longo da série. Se não gosta, é simples: não leia. (...) Niklaus, ouça. A voz firme de Elijah cortou o ar, e o híbrido, ainda que contrariado, obedeceu. Algo em seu irmão sempre ativava aquela antiga e incômoda disciplina. Foi então que ele escutou. "tum... tum... tum tum... tumtum." Não era apenas um coração - eram dois. Dois pequenos ritmos insistindo em existir dentro dela. Por um breve, perigosíssimo instante, Klaus permitiu que a esperança tocasse sua alma partida. Como se aquela descoberta fosse uma promessa silenciosa: um possível recomeço. Mas a realidade o puxou de volta. Ele lembrou onde estava, com quem estava... e por quê. - Façam o que quiserem com ela. E com os bebês. - rosnou, frio, cruel, usando a própria monstruosidade como escudo. - Bebês? No plural?! - Hayley arregalou os olhos, incrédula. - Klaus, que merda! Vocês não têm o direito de fazer isso comigo! Não encostem em mim! A loba da matilha extinta reagiu com toda a fúria do seu sangue antigo. Suas pupilas explodiram em um azul intenso, quase branco, avisando ao mundo - e ao híbrido diante dela - que ela não seria vítima de ninguém. Entre traições, destinos cruzados e sentimentos que ambos se recusam a admitir, Klaus e Hayley descobrem que o caos pode aproximar tanto quanto destruir. E que alguns laços... nem mesmo a eternidade consegue romper.
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