Nada é tão ao acaso que não tenha um mínimo de propósito em sua criação ou destruição. Uma borboleta, ela passa sua vida toda como uma lagarta rastejante e nojenta, mas em seus últimos dias ganha um par de asas lindo e reluzente capaz de encantar até um coração fechado e duro. Para que serviria então essa passagem?
Há também o conto da fênix que de suas cinzas ressurge majestosa e esbanjando beleza. Mas, o que esses momentos têm em comum para nossa história? Até onde sabemos são comparações distantes que não mostram, por consequência, similaridade alguma entre si.
Quer dizer, não mostravam similaridade. Ambos os pontos apresentados possuem em sua essência, a morte. Como propósito final, a borboleta surge anunciando o fim de sua vida, e como propósito inicial temos o recomeço de uma história com a fênix. E em ambos temos a morte como grande reveladora de si mesma em suas variadas espectralidades.
Anuncio a vocês que as informações aqui mostradas não possuem finalidade de saciar um desejo superficial de vossas mentes, mas uma imersão na mais profunda história, uma bruxa poderosa que não conhece seu potencial, uma mulher que por amor se rendeu ao esquecimento, um garoto que não conhece o sentido de paixão ou afeição, uma menina marcada pelos seus ideais revolucionários e claro, a morte, que lhes convida para sua revelação na sua maior singularidade.
Bem - vindo (a), ao começo do fim.