SABOR DE INFÂNCIA

SABOR DE INFÂNCIA

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WpMetadataNoticeÚltima publicación lun, feb 17, 2020
não são histórias, são lembranças que escrevo para que para sempre eternize na minha alma o sabor da minha infância. não peço que leiam, mas espero que quando tiver 80anos encontre a visão de um corpo sujo de terra e suor brincando na rua e que eu possa sentir até mesmo o sabor da galinha com quiabo de minha mãe, e o cheiro de sabão em pó Omo que exalava na minha avenida, a conhecida avenida do Nego, eternizo aqui a minha história de vida para que um dia, me lembre que vivi e como fui longe com as asas e imaginação de uma criança totalmente destemida, esse conto é sobre a eterna rua ASSÚ onde tudo começou, onde vivi e cresci aprendendo que o importante era viver a adrenalina de pular os muros de nossas saudosas vizinhas. meu eterno Dudu, luizim, mazarope, Baú meu maior parceiro, Lorrane, Catecate a criança que falava inglês, Kelly, Buiu, pity, e tantas outras dezenas de crianças da minha rua feia mas feliz rua, amo vocês! ESSA É A HISTÓRIA DE UM INÍCIO DA INFÂNCIA, MAS TAMBÉM TERA OUTROS LIVROS SOBRE CADA FASE DA VIDA INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA, JUVENTUDE, FASE ADULTA E A VELHICE. (Livros para que nunca perca minhas lembranças mesmo que me falte memória)
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Nana neném, que a Cuca vem pegar Mamãe contou uma história Acho bom você acreditar Laura era mais uma menina normal estudando para as provas do ENEM até descobrir a existência de um mundo que acreditava existir apenas nas historinhas que sua mãe a contava na infância. Só que esse mundo reservava muito mais surpresas do que Laura podia imaginar. Uma história de fantasia, amizade e coragem que vai além dos contos e canções de ninar. "‒ Você está querendo dizer que viu o troll se mexer? - a senhora pareceu curiosa. Eu balancei a cabeça afirmativamente. Fiquei me perguntando se aqueles incensos tinham algum tipo de droga, porque realmente o que eu falava não fazia o menor sentido. ‒ E ele te mordeu? ‒ ela perguntou. Assenti mais uma vez ‒ Deixa eu ver sua mão. Estiquei minha mão para ela e vi, ao mesmo tempo que a velha, marcas de dentinhos no meu dedo indicador. Definitivamente eu só podia estar chapada. ‒ Mundungo, eu já te falei que você não pode morder nossos convidados! - ela não estava mais falando comigo: falava olhando para o boneco. Para o meu assombro completo, o "boneco" respondeu com uma voz muito fina em uma língua que eu não consegui entender. Meus olhos devem ter ficado muito esbugalhados, porque a senhora deixou de prestar atenção nele e se virou para mim. ‒ Laura, menina, é esse o seu nome, né? Acho que você conseguiu me convencer a conversar com você sobre a vaga de emprego."

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