Aos poucos sua memória foi desaparecendo, não sabia mais se era culpado, quando se deu conta, já não acreditava mais em si mesmo.
O sorriso que sempre preencheu seu rosto, já não estava mais lá, e a alma da festa, havia se dissipado, culpa.
Ele precisava de ajuda, mas, não tinha a quem pedir, os mais cercados, são os que menos confiam nos que estão a sua volta.
- Acho que confio em você... - Sussurrou, ainda inseguro.
- Eu não sou muito confiavel, mas prometo tentar ajudar... - mordeu a parte interna da bochecha, antes de partir em direção a sua sala de aula.
As vezes o amor pode estar em qualquer lugar, e quanto menos você o procura, mais ele te espera.
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