Moro Num País Desigual

Moro Num País Desigual

  • WpView
    Reads 7
  • WpVote
    Votes 1
  • WpPart
    Parts 2
WpMetadataReadComplete Mon, Mar 9, 2020
WpInfo
Non-Fiction
Crônica escrita para o projeto "Abril Brasil Mais Humano" do Site Literário Bocas do Inferno no ano de 2019. Registrada na Biblioteca Nacional. A crônica narra um encontro de um homem com uma criança na cidade do Rio de Janeiro, o encontro bate de frente com sua realidade e promove uma reflexão sobre a realidade de muitas pessoas no País.
All Rights Reserved
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • Hoje Dormi Com Uma Garota Chamava-se Humanidade
  • Pinhó, a Árvore Cortada
  • Desafio "crônica lunar" 1° edição " Amor e desencontros"
  • A Psicóloga
  • Crônicas E Outras Histórias Adolescentes
  • Um salto no colunismo social
  • Alice no país dos homens
  • Crônicas de um dia qualquer [CONCLUÍDO]
  • Um eterno viajante. (Contos e Crônicas)

O prefácio de Sol Aruna já seria inebriante suficiente, mas não escapo à mim a mesmo É uma heresia (daquelas que eu não gosto, não das boas) dizer que há uma história principal entre esses contos. O livro atira suas teias buscando acertar inúmeros insetos. Ele dispara para descrever o multiverso da personagem Beatrice, e as faces e rumos que sua vida poderia ter tomado. Enquanto narra em paralelo, o início e o fim de um breve trisal. Fiz esse livro para uma pessoa real, que eu conheci e que me diria, após a leitura " Dorme agora, porque se você continuar metido nessas páginas, sua mente vai explodir, meu bicho de sete cabeças!" Pode-se dizer que eu explodi as sete, uma em cada um desses sete contos, infelizmente não com tantas horas de sono quanto deveria. Tendo um compromisso, talvez, com a realidade, e contando, eventualmente, algumas poucas mentiras. Compreendendo que, ao mostrar a violência, os gatilhos psicológicos, palavras de baixo calão, sexo explícito e drogas ilícitas, esses textos podem cair no estereótipo da apologia velada de realismo. Porém eu não evito correr riscos, e nem poderia. No fim das contas, esse é um livro breve, feito em meses de dor e desejo, meses machucados que ao lerem esses parágrafos vão dizer "Bem vindas, cicatrizes!" Então, sem mais sinopses ou trocadilhos de duplo sentido, fiquem à vontade para descer a tela até o inferno! Afetuosamente, Victor Reis.

More details
WpActionLinkContent Guidelines