O jardim de Amarílis

O jardim de Amarílis

  • WpView
    Reads 145
  • WpVote
    Votes 24
  • WpPart
    Parts 10
WpMetadataReadMatureOngoing
WpMetadataNoticeLast published Wed, Apr 22, 2020
WpInfo
Fiction
Romance
Um romance baseado nas emoções das estações. Vivam todas as estações no Jardim de Amarílis Amarílis é uma jovem adulta que hoje vive casada com grande amor de sua vida Jonas os dois se conheceram quando estudavam no ensino fundamental apenas com 13 anos, foi amor à primeira vista. Se casarem com 19 anos, uma loucura todo mundo dizia, casarem-se tão cedo, mas o amor tem dessas coisas. Amarílis e Jonas viviam o seu amor, eles eram o casal perfeito sem brigas sem estresse, riam das mesmas coisas, amavam as mesmas coisas e destetavam as mesmas coisas. Depois de algum tempo foram curtir a lua de mel, algum tempo de casado, mais precisamente dois anos depois. Viajaram para uma cidade que era o sonho de Amarílis Maceió nordeste brasileiro, ela sempre dizia que "como poderia conhecer outros países se não conhecia o meu próprio o Brasil" então foram os dois para Maceió curtiram e aproveitaram a lua de mel que pagaram arduamente, ele um pobre técnico de TI e ela uma estudante de pedagogia, nessa viagem aconteceu tudo de bom que podia acontecer, porem o inverno chegou para Amarílis que eles voltaram da viagem as coisas começaram a mudar.
All Rights Reserved
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • PRIMEIRO MINISTRO
  • ▪ Então Fica ▪
  • Sob o Céu de Gyn
  • Como pássaros livres (Concluído)
  • Simplesmente acontece ( DISPONÍVEL COMPLETO)
  • FOREVER(mailila)
  • Aos Trilhos da Vida

Ola gente! Olha eu aqui de novo! Em uma irei contar a história de Amélia Maldonado e Kang Dae-Soeng (Eu sei é um nome difícil que quase dá um nó lingua, mas, vai valer a pena). Amélia é uma jovem órfã que já teve sua vinda ao mundo complicada. Fruto de uma violência, Amélia não acredita no amor, acha esse sentimento piegas e inexistente, acha que o amor é uma desculpa esfarrapada para pessoas carentes que conseguem lidar com a solidão. Ao contrário dela que prefere viver só do que mau acompanhada. Amélia desde de muito nova teve que conviver com as percas. A perca da sua mãe biológica que morreu quando ela nasceu e depois da sua mãe de criação que morreu quando ela ainda era uma adolescente. E como se isso não bastasse agora Amelia tem que lidar com a eminente perca de sua casa, o único bem que ela possue, já que não tem amigos e família. São tantas percas e tanta falta de sorte na vida que Amélia acredita que ao invés de talco passaram cocô de urubu na sua bundinha de bebê. Porque não era possível tanto azar para uma pessoa só. Tá! Para ser junta nem tudo na vida de Amélia era ruim. Havia algo bom. A sua tão sonhada faculdade de gastronomia que ela conseguiu concluir, a trancos e barrancos, mas concluiu. E foi essa faculdade e a venda da casa que a salvou de morar em baixo da ponte mais próxima e deu a ela a oportunidade de seguir carreira fora do Brasil. Do outro lado do mundo na verdade. Essa oportunidade caiu do céu bem no seu colo. É, mas nem tudo que cai do céu é bom, a não ser a chuva (Vide Lúcifer). E o que Amélia achou que seria a oportunidade da sua vida, na verdade sua perdição. Uma perdição de olhos puxados, corpo de um deus e um pau feito pelo próprio demônio. E esse demônio vestia terno, era primeiro ministro e atendia pelo de Kang Dae-Soeng.

More details
WpActionLinkContent Guidelines