EUPHORIA

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Jun 23, 2022
Talvez fossem as drogas, ou a bebida. Mas havia algo de tentador nos olhos do homem que observava Stormi. As luzes fortes, cítricas e vibrantes. O calor que queimava seu corpo fazia seu coração bater acelerado. Mais confiante que nunca, mais livre que nunca. Seu corpo tinha vida própria, se mexiam de acordo com a batida da música. Era como se tivesse de desconectado de tudo. Em um movimento súbito, mãos agarraram sua cintura. Abrindo os olhos rapidamente viu o homem que a encarava com luxúria desde de sua chegada. Seus olhos tinha raiva e desejo, seu toque queimava meu corpo. Ele era a personificação de fogo e eu, gasolina. Suas mãos percorreram seu corpo, queimando cada parte dele, até pararem em meu rosto, seus dedos tocaram o lábio entreaberto da menina. Era seu ápice. © 2022 por Ellara. Todos os direitos reservados.
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"- Você me quer lá... Apoio minha mão esquerda no colchão e a outra proximo ao seu rosto, desta vez sou eu que estou no comando. Seus olhos me queimam de um jeito bom, o frio se derretendo aos poucos. - Não sei porque, mas também quero estar lá... com você. - Passo meu dedo na sua bochecha carinhosamente, ela olha para o movimento e depois se perde em meu rosto novamente." 🫀 Um romance entre a amizade que se transformou em ódio. Faith sabia muito bem o que estava fazendo, cada palavra dita foi memorizada e ensaiada para ao menos gaguejar, era pequena, mas de infantilidade ou imaturidade não tinha nada. Parecia ter nascido em um corpo de criança quando sua mente era quase de uma adulta, uma fria, quieta, sozinha. Daquela vez foi tão explosiva, mas não se arrependia, o queria longe o suficiente para nunca mais ouvir sua voz ou sentí-lo novamente. Queria o deixar ir, mesmo que isso a machucasse em um lugar desconhecido de si. Queria que ele fosse feliz, que a deixasse, e sabendo que nunca aconteceria, o fez por ele. Porque ela sabia não ser suficiente para nada e nem ninguém, era muito quebrada para isso, deduziu isso após ser tão observadora com as crianças que tinham sua mesma idade. Ela não tinha nada igual a elas, fazia coisas que duvidava que teriam coragem, e não sabia se deveria se sentir arrependida, pois não sentia um remorso ou a sensação do errado. Era tão fria e gélida, desde que se entendia por gente que nunca pensou no que era a sensação do quente.

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