DIANA (Z.M.)

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Dec 19, 2016
Eu conseguia ver a porta para sua alma quando olhava em seus olhos. Ele poderia ter mentido para mim, ele não era um dos homens mais educados do mundo, mas assim mesmo eu Diana Jacob Evans me apaixonei por ele, cai como uma tola nesta armadilha, que gostávamos de chamar por amor verdadeiro. Porém aprendi que, há momentos na vida, em que ser tola não é tão ruim como aparenta ser. "Minha alma, de sonhar-te, anda perdida. Meus olhos andam cegos de te ver. Não és sequer razão do meu viver Pois que tu és já toda a minha vida! Não vejo nada assim enlouquecida... Passo no mundo, meu Amor, a ler No misterioso livro do teu ser A mesma história tantas vezes lida!... "Tudo no mundo é frágil, tudo passa... Quando me dizem isto, toda a graça Duma boca divina fala em mim! E, olhos postos em ti, digo de rastros: "Ah! podem voar mundos, morrer astros, Que tu és como Deus: princípio e fim!..." -Florbela Espanca, para "Livro de Sóror Saudade" **Olá! Aprecio se decidir ler minhas histórias, mas gostaria de avisar que às escrevi quando era muito nova, então possuem erros de gramática e plot não tão bem desenvolvido. Apesar de terem uma qualidade bem duvidosa, escrevi tudo de coração e como uma forma de entreter minha mente jovem.**
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diana
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"- Você me quer lá... Apoio minha mão esquerda no colchão e a outra proximo ao seu rosto, desta vez sou eu que estou no comando. Seus olhos me queimam de um jeito bom, o frio se derretendo aos poucos. - Não sei porque, mas também quero estar lá... com você. - Passo meu dedo na sua bochecha carinhosamente, ela olha para o movimento e depois se perde em meu rosto novamente." 🫀 Um romance entre a amizade que se transformou em ódio. Faith sabia muito bem o que estava fazendo, cada palavra dita foi memorizada e ensaiada para ao menos gaguejar, era pequena, mas de infantilidade ou imaturidade não tinha nada. Parecia ter nascido em um corpo de criança quando sua mente era quase de uma adulta, uma fria, quieta, sozinha. Daquela vez foi tão explosiva, mas não se arrependia, o queria longe o suficiente para nunca mais ouvir sua voz ou sentí-lo novamente. Queria o deixar ir, mesmo que isso a machucasse em um lugar desconhecido de si. Queria que ele fosse feliz, que a deixasse, e sabendo que nunca aconteceria, o fez por ele. Porque ela sabia não ser suficiente para nada e nem ninguém, era muito quebrada para isso, deduziu isso após ser tão observadora com as crianças que tinham sua mesma idade. Ela não tinha nada igual a elas, fazia coisas que duvidava que teriam coragem, e não sabia se deveria se sentir arrependida, pois não sentia um remorso ou a sensação do errado. Era tão fria e gélida, desde que se entendia por gente que nunca pensou no que era a sensação do quente.

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