Uma dança desconjuntada entre o sublime e o irracional

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WpMetadataNoticeDernière publication jeu., avr. 16, 2020
Vomito palavras desencantadas por não suportar os limites do pensamento. Nessa ânsia por me tornar qualquer coisa além de mim mesma, justifico a pretensão de desentender os arranjos poéticos. A ausência de sonoridade constrói o que algum dia chamei de conteúdo, tentando enxergar beleza nesse meu não-ser desesperado transposto em versos.
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