Verde, sangue e amarelo

Verde, sangue e amarelo

  • WpView
    Leituras 122
  • WpVote
    Votos 9
  • WpPart
    Capítulos 4
WpMetadataReadEm andamento
WpMetadataNoticeÚltima atualização dom, mai 10, 2020
WpInfo
Poesia
Ouviram do Ipiranga as margens fétidas de um povo cômico e brado irrelevante, e o sol da nulidade, em raios fugidos, brilha no céu da pátria a todo instante. se o penhor dessa triste realidade conseguimos conquistar com braço e morte, em teu seio, ó impunidade, fada o nosso peito a cruel morte! ó pátria roubada, esfaqueada, nos salve! nos salve! vil, um pesadelo intenso, um raio vívido, de dor e de injustiça à terra desce, se em teu formoso céu, risonho e límpido, a imagem do negreiro apodrece. gigante pela própria pobreza, és belo, és forte, impávido odioso, e o teu futuro espelha essa grandeza. terra maltratada entre outras mil és tu, imbecil, ó pátria quebrada! dos filhos deste solo és mãe ardil, pátria matada, sutil!
Todos os Direitos Reservados
#42
nacional
WpChevronRight
Junte-se a maior comunidade de histórias do mundoTenha recomendações personalizadas, guarde as suas histórias favoritas na sua biblioteca e comente e vote para expandir a sua comunidade.
Illustration

Talvez você também goste

  • Alma Vazia, Apenas Poesia
  • A Catástrofe Brasileira
  • A luz de Aurora
  • Amor bandido
  • Casa Vernek
  • Rubi [LIVRO 2]
  • O Sofressor no país da balbúrdia
  • Amor é só um sentimento
  • Thᥱ Rι᥉ᥱ ᥆f thᥱ Aᥒtιᥴhrι᥉t

Poemas salvam vidas Poemas arruínam vidas Poemas são partículas da sobrevivência (Rayssa)

Mais detalhes
WpActionLinkDiretrizes de Conteúdo