Sete Coisas Para Amar Em Axel Johnson

Sete Coisas Para Amar Em Axel Johnson

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Jul 17, 2020
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Fiction
Romance
Minha mãe sempre dizia que todos temos controle da nossa própria vida e que, escrever o futuro está em nossas mãos. Mas não era assim que eu me sentia naquele momento. Sabe a sensação de quando você se afoga? Que os pulmões ardem como fogo, sua garganta fecha, o desespero, as lágrimas e um único pensamento: eu vou morrer. Era assim que eu me sentia, como se estivesse me afogando, como se eu não tivesse controle da minha própria vida, como se minha chance de escrever meu futuro estivesse se esvaido por entre meus dedos. Eu queria ter uma nova chance, mais era impossível, eu sei que estou morrendo e não posso fazer nada para mudar isso. Eu não tenho escolhas. Então você apareceu, não poderia ter escolhido momento pior e, me ajudou a suportar os dias, a suportar a dor. Você era como um anestésico para mim, que me deixava entorpecida nos momentos em que eu estava com você. Você era minha luz, meu porto seguro, você era tudo o que ainda tinha restado, era a melhor parte de mim e eu não queria tê-lo destruído assim. Mas eu tenho apenas dezessete anos, o que eu sei sobre a vida? Plágio é crime!
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~ Prólogo 1 Dois anos atrás... Dizem que a partir dos 15 anos, o tempo voa. Que você pisca os olhos e já está com os seus 18 anos. Quando eu fiz 15, eu decidi que ia aproveitar o máximo. Eu sabia que quando chegasse aos meus 18 anos não ia ser como qualquer um adolescente imagina. Eu não ia ser independente, não ia morar sozinha logo de cara, não ia sair todo final de semana, enfim... A questão é que minha mãe sempre foi super protetora e as coisas que eu queria fazer ela não deixava. A única solução era fazer escondido. Eu só fazia coisa errada. Coisa que se minha mãe descobrisse ela ia me enfiar em um internato. Vou para as festas escondida, junto com minha melhor amiga Alexis, bebo, fumo, bom, eu não sou um exemplo de boa filha. Minha mãe acha que eu sou, mas ela não sabe muito bem o que acontece na minha vida. Se ela fosse menos protetora, até poderia saber. Maya: Vira logo isso Alexis! - falei enquanto ela tomava coragem de virar um meio copo de tequila Alexis: Vai se foder! - nós rimos Saímos da festa devia ser umas três da manhã. Eu não estava bêbada, só estava um pouquinho alegre. Eu sabia meu limite. Maya: Vou pegar as tintas lá em casa, to afim de fazer uma arte. Alexis assentiu. Ela não iria, tinha medo de ficar de madrugada sóbria na rua. Eu fui pra casa e entrei lá na ponta dos pés. Se minha mãe me visse no estado que eu estou, nossa, nem quero imaginar... Entrei no meu quarto e peguei minha bolsa que já tinha tudo que eu iria usar. Eu estava terminando quando vi luzes de policia vindo de uma rua. Era só o que me faltava, parar na prisão. Deixei minhas coisas ali mesmo e corri pra algum lugar onde eu poderia me esconder. Entrei em um beco escuro e ali fiquei até as luzes se afastarem. Estremeci quando senti uma mão tapando minha boca. Xxx: Se você gritar, juro que te mato aqui mesmo. Meu coração acelerou quando senti suas mãos passando por de baixo da minha blusa. Isso não está acontecendo! [...]

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