I Don't Like Girls

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Jan 3, 2024
Em uma comunidade religiosa na vibrante Califórnia, Holly cresceu sob a influência inegável de seus pais, líderes da igreja local. Desde cedo, foi imersa em um ambiente repleto de regras rígidas, onde os preceitos religiosos ditavam todos os aspectos de sua vida. Para ela, seguir essas normas era algo tão natural quanto respirar. Holly se encontrava em um dilema angustiante, dividida entre os ensinamentos familiares e o turbilhão de emoções enfrentando um conflito interno entre seus valores arraigados e os sentimentos genuínos que começavam a florescer. Nos corredores movimentados da escola, Billie se via atraída por Holly, uma colega de sorriso cativante. Seu encanto ia além do comum, mas a fé de Holly criava um abismo entre elas. Em meio a esse labirinto de emoções, Billie se via dividida entre seguir seu coração ou manter a integridade das crenças da pessoa por quem se apaixonou.
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"- Você me quer lá... Apoio minha mão esquerda no colchão e a outra proximo ao seu rosto, desta vez sou eu que estou no comando. Seus olhos me queimam de um jeito bom, o frio se derretendo aos poucos. - Não sei porque, mas também quero estar lá... com você. - Passo meu dedo na sua bochecha carinhosamente, ela olha para o movimento e depois se perde em meu rosto novamente." 🫀 Um romance entre a amizade que se transformou em ódio. Faith sabia muito bem o que estava fazendo, cada palavra dita foi memorizada e ensaiada para ao menos gaguejar, era pequena, mas de infantilidade ou imaturidade não tinha nada. Parecia ter nascido em um corpo de criança quando sua mente era quase de uma adulta, uma fria, quieta, sozinha. Daquela vez foi tão explosiva, mas não se arrependia, o queria longe o suficiente para nunca mais ouvir sua voz ou sentí-lo novamente. Queria o deixar ir, mesmo que isso a machucasse em um lugar desconhecido de si. Queria que ele fosse feliz, que a deixasse, e sabendo que nunca aconteceria, o fez por ele. Porque ela sabia não ser suficiente para nada e nem ninguém, era muito quebrada para isso, deduziu isso após ser tão observadora com as crianças que tinham sua mesma idade. Ela não tinha nada igual a elas, fazia coisas que duvidava que teriam coragem, e não sabia se deveria se sentir arrependida, pois não sentia um remorso ou a sensação do errado. Era tão fria e gélida, desde que se entendia por gente que nunca pensou no que era a sensação do quente.

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